A MELHOR RESPOSTA QUEM TEM É VOCÊ!!
Oi meninas, tudo bem? Aqui estamos nós de novo, pra conversar um pouquinho mais sobre os dilemas da maternidade. No mês passado contei pra vocês um pouquinho da minha experiência pós parto. De como eu sempre quis ter filhos e como fui surpreendida por não ter tido todos aqueles sentimentos maravilhosos que esperam que todas as mães tenham. E por esse motivo e muitos outros, meu puerpério foi muito difícil, chegando provavelmente a virar uma depressão pós parto. Eu espero, querida mãe que está aqui, que se você passou, ou passa por isso, você tenha se sentido acolhida e abraçada pelas minhas palavras, pela minha história. Posso dizer à vocês que hoje, quando lembro do que passou, ainda me dói um pouco. Dói porque eu não tinha o conhecimento que tenho hoje. Não dói mais por mim, porque graças a Deus tudo passa, mas dói por todas as mulheres que passam por isso. Tudo poderia ser muito diferente se as pessoas falassem mais. Se outras mães conversassem mais sobre as suas dificuldades. Se contassem que amamentar pode doer muito. Ou que a falta de descanso pode transformar o humor de uma mulher rsrs.
E aí entra a internet, pra nos “ajudar” com muitas das nossas dúvidas, ja que existe pouco diálogo honesto de mãe pra mãe. Vivemos em um mundo onde o excesso de informação nos confunde, não sabemos mais o que queremos ou o que precisamos. Muitas vezes esquecemos quem somos!
As redes sociais são ótimas, se bem usadas. Bom local pra buscarmos idéias, dicas disso ou daquilo. Mas acabamos caindo na armadilha da comparação. Acompanhamos a vida de tanta gente através do Instagram e Facebook. Vidas aparentemente “perfeitas”. Ok, perfeição não existe, todas nós sabemos. Mas fica difícil lembrar disso quando nos damos conta do caos que estamos vivendo, da bagunça da casa, dos dentes que não são escovados o dia inteiro e do cabelo que prendemos quando acordamos e assim ele fica até a hora de dormir. Ficamos nos comparando o tempo inteiro. Nos comparando com outras mães, comparando nossos filhos, a nossa famiíia!
Lamentamos por não ter a vida da Fulana, por não saber fazer o que outras mães fazem, por não ter a paciência daquela amiga, a criatividade da outra, e assim vai. Mal sabemos nós que muitas dessas mães que acompanhamos, e que, sem maldade nenhuma, muitas vezes invejamos, vivem a mesma realidade que nós, só que em silêncio. É muito mais fácil tornarmos públicas a calmaria e não a tempestade.
Há alguns dias ouvi uma frase que me marcou: “Somos uma bela geração de fotos sorridentes e travesseiros encharcados”. 
E me dei conta que eu também ja fiz isso. Ja postei foto romântica com o marido em alguma viagem, com uma paisagem maravilhosa, mas tínhamos acabado de ter uma super discussão. Ja postei foto da minha filha, falando o quão sou realizada em ser sua mãe, mas minutos antes tinha perdido a paciência e gritado com ela.

Minha amiga, entenda que não somos perfeitas. Ninguém é. Nossa vida é feita de alegrias e tristezas. De vitorias e derrotas. E na maternidade não é diferente. É uma luta diária. Luta contra birras, luta contra a correria, luta contra o nosso próprio sono, luta contra a impaciência. Por favor não se compare. Não mude de ideia somente porque alguém pensa ou faz diferente. Cada uma de nós tem uma realidade. O que funciona pra mim, não funciona pra você. Não existe certo ou errado. Existe o que da certo pra você, pra sua família. Quando você não tiver a resposta que procura, não esqueça que ninguém é melhor do que você mesma pra encontrar as soluções que precisa, olhe sempre dentro de você, tenho certeza que você conseguirá sempre buscar o melhor caminho e dessa forma, ser a melhor mãe que você poderia ser!

escrito por (1)

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Olá querida mãe que está passando por aqui! Espero que estejam bem! Meu nome é Fernanda. Eu sou aquela que desde à adolescência, sonhava em ser mãe! Que sempre amou criança, que ajudava na escolinha dos pequenos na igreja. Que quase fez o marido – na época, namorado – sair correndo achando que eu era maluca, quando apareci na casa dele com uma roupinha de bebê em plenos primeiros meses de namoro (juro que a justificativa era boa: roupinha linda e uma super promoção hahaha).

Mas eu também sou aquela que nunca sentiu falta do barrigão de grávida, que não conversou com a barriga durante a gravidez e também aquela que ficou em estado de choque quando a filha nasceu. Sabe aquele amor incondicional e inexplicável que as mães sentem (ou dizem sentir) quando seguram o seu bebê pela primeira vez? Eu não senti! Eu chorava nas madrugadas enquanto amamentava, porque queria dormir. Eu chorava quando ela cochilava 1 hora por dia nos primeiros meses de vida e não horas e horas à fio como me diziam que todo o bebê fazia (isso mesmo, você  não entendeu errado. Ela tinha um mês de vida e entre 5 da manha e 11 da noite, quando dormia uma hora, era muito!!).

E eu tinha vergonha de falar sobre isso, porque as críticas viriam. E os julgamentos também! Foi então que, inconformada com esse sentimento, fui atrás de informações e descobri o tal do Puerpério, e quão duro ele pode ser com algumas mulheres. E sim, ele me pegou de jeito, em cheio, com tudo! Chegou e me arrastou. Me afundou! Acredito que trouxe junto, uma depressão pós parto, mas não procurei ajuda, não queria admitir!

Como uma pessoa como eu, que sempre quis ter filhos, uma pessoa alegre, tão agitada como sempre fui, poderia cair na armadilha dessa tal de depressão? Não, eu não! Acredito que muitas mães sentem isso mas não “podem” falar, afinal, mães foram feitas pra amar, pra viver a maternidade 100% do tempo, pra não sentir falta de nada que não envolva os filhos. E é feio admitir o contrário. Mas enquanto não podemos falar como realmente nos sentimos, a angústia só aumenta! E s solidão também!

Graças à Deus essa fase passa. Mas pra quem está vivendo isso, parece durar uma eternidade. Mas querida amiga, fique tranquila, porque sim, passa mesmo! E você não está sozinha! Quantas mães, como eu, choram sozinhas na escuridão da noite! Mães que algum dia, em algum momento ou alguns segundos que seja, já se sentiram culpadas, arrependidas, tristes, com saudade de quando podiam dormir até a hora que bem quisessem, ou que amavam não ter uma rotina ou obrigações à cumprir no final de semana.

Acho tão injusto mães viverem com essa pressão, com essa cobrança de uma perfeição que não existe e nunca vai existir! E toda essa fusão de sentimentos só contribuem pra nos impedir de sermos o melhor que podemos, de sermos a melhor mãe que poderíamos ser.

É muito importante que vocês saibam que não estão sozinhas, não são as únicas! Que tudo isso acontece com muitas mães. E sabe qual é a boa notícia? É que sim, existe esperança de sobreviver à esse turbilhão de sentimentos! Existem meios de passar por esse momento da vida de uma forma mais leve, sem culpa, sabendo que você tem potencial pra buscar o melhor de si pra lidar com as dificuldades diárias da maternidade.

Desejo que vocês possam encontrar no seu interior, a força que precisam pra enfrentar essa caminhada surpreendente que é a maternidade! Bora fazer essa viagem juntas? Te espero no próximo mês, pra fazermos nossa primeira parada rumo à maternidade perfeitamente imperfeita!

escrito por (1)

Oi minha gente, como vocês estão?

De um dos meus dias mais intensos e lindos, eu resolvi compartilhar com vocês as fotos que o Welison tirou. Para quem já assistiu o video do parto, teve a oportunidade de ver algumas mas são tantas que vou compartilhar aqui também.

Eu sou tão agradecida por poder ter as fotos deste dia, mais ainda pelo fato de terem sido tiradas pelo Welison, que estava lá como fotógrafo, marido e pai 😀

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O dia está cinza, os passarinhos estão cantando e eu acabei de abrir os meus olhos de uma noite cheia de trocas de posições, já que o quadril do final da gestação está me matando e não me deixa ficar em uma única posição.

O primeiro pensamento foi o mesmo dos últimos dias “eu não acredito que não estou no hospital, que minha bolsa não estourou no meio da noite…”. Este tem sido os pensamentos das últimas manhãs, mas este veio com um sentimento imenso de levantar, trocar de roupa e sair andando pelas ruas para sentir um pouco o vento, ouvir os passarinhos mais de perto e sair do sufoco que minha cama parecia estar me causando.

Não fui, não fiz nada disso! Levantei e conscientemente me dei o direito de terminar meu pacote de bolacha Passatempo, mesmo sabendo que o açúcar me faz mal. Sentei no sofá, tentando fazer o menor barulho possível para que a Valentina não ativasse seu sinal “mamãe acordou”e eu conseguisse pelo menos tentar ajustar meus pensamentos. Foi em vão! Em poucos minutos a porta da sala se abriu e aquele serzinho todo descabelado já estava ao meu lado pronunciando sua frase preferida “Mamãe, estou com fome”.

Levantei, fiz o café da manhã dela e comecei a pensar o que eu poderia fazer para não deixar meus pensamentos irem mito distante. Lavei a louça, pensando que a possibilidade de ela não chegar até a minha mãe embarcar para o Brasil estava crescendo. Varri o chão da cozinha, pensando que a sensação agora era de que eu tinha mais uns 5 meses de gestação pela frente, já que um nascimento prematuro tinha sido considerado e agora com quase 40 semanas, ela não vinha. Arrumei as camas, assisti um relato de parto que não me agradou, organizei a sala e continuava pensando e pensando.

Olhei para o computador e senti a necessidade de entrar aqui, depois de um ano e escrever. A ideia não era essa! A ideia era recomeçar o blog com um lindo post sobre o nascimento de dona Isabella, mas quem se importa em esperar se a necessidade de se expressar vem agora?

Os dias que antecedem a chegada de uma vida pode de fato ser emocionalmente desgastante. Neste meu momento eu me divido em muitos pensamentos! Eu me divido em querer que ela venha logo e em querer que ela chegue apenas quando for o tempo dela. Mas e se o tempo dela não estiver de acordo com o voo já comprado de volta para o Brasil da minha mãe? Ah neste caso eu agradeço muito porque a minha mãe nem viria nos visitar nesta época e chegou nas semanas certinhas de férias da Tina. Eu agradeço porque ela está me ajudando com a casa, com a Tina, com a comida, com a roupa e com o emocional de ter a mãe por perto.

Mas eu queria tanto que ela estivesse aqui pelo menos nas duas primeiras semanas da Isabella. Ah é verdade, eu logo lembro, não tem mais duas semanas! Temos apenas uma, para ela ao menos conseguir conhecer a Isabella. Mas tudo bem, minha racionalidade me lembra, ao menos ela está aqui e vai conseguir ver ela nascer. Mas e se não der tempo? Tudo bem porque o que importa é que ela está aqui agora…

E assim eu sigo em um looping de pensamentos malucos de agradecimentos, choros, vontade de coisas que não estão no meu controle e por aí vai!

A conclusão final, que na verdade nem é final já que o até o final do dia minha cabeça vai passar por muitas outras conclusões, é que eu confio “no Senhor e o mais Ele fará” mas que meu lado humano precisa passar e sentir por tudo isso, mesmo confiando em Deus.

A ideia de que quem confia em Deus não sofre, não me agrada e é enganosa! Você confia, chora e se sente abraçada. E isto só prova que somos humanos!

Assim eu termino meu primeiro post depois de um ano sem escrever por aqui, sem fim, sem conclusão e ainda com as ideias bem misturadas aqui na cabeça! 😀

Um beijo

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Realizando um sonho

Família // 29 de março de 2017

Oi minha gente!!!!

Dividindo com vocês um dia maravilhoso, uma realização de sonho, acordar e ver tudo branquinho cheio de neve!!! Eu nem consigo dizer o quanto sou grata a Deus por me dar a oportunidade de conhecer esta cabana, que fica em Heber no Arizona, com cara de casa saída diretamente de uma revista rs….

A gente se divertiu muito na neve, aproveitei para fazer umas fotos e deixar tudo isso muito registrado em nossa memória fotográfica 😉

Eu tenho certeza que você vai se sentir com a gente neste jornada, vem assistir!

Estar grávida em outro país já é desconfortável o suficiente pela língua e por você ter que pesquisar como tudo funciona e se encaixar no método deles. Agora estar grávida em outro país, no começo da gestação e ter um sangramento é tipo: ME DEVOLVE PARA O BRASIL, PLEASE?

Como vocês ja devem saber, estamos fora do Brasil para dar entrada no processo da cidadania Italiana e depois de tudo pronto ficar por Londres. Quando eu descobri a gravidez estava em Londres, mas poucos dias depois tive que ir para a Itália. Tivemos que ficar na Itália mais do que gostaríamos por conta de alguns problemas com a cidadania e foi aí que tudo começou.

Se você me acompanha sabe que infelizmente perdemos o bebê. Confiamos em Deus e acreditamos que tudo está nas mãos dEle, então estamos bem!

Eu acordei um domingo de manhã fui ao banheiro e quando me dei conta estava com um sangramento! Não era um SUPER sangramento, mas era um sangramento. Eu já tinha pesquisado como seria se eu precisasse usar o serviço público da Itália como turista e sabia que é possível usar se:

  1. For contribuinte do INSS no Brasil, já que Brasil e Itália tem um acordo que possibilita este acontecimento. Você precisa apresentar passaporte e último comprovante de contribuição ou extrato de contribuição. Mas MINHA GENTE DO CÉU, quem viaja com isso? E de qualquer forma eu tinha parado de trabalhar já fazia uns 5 meses. Agora você minha filha, vai vir para a Itália? Trás tudo isso aí :)
  2. Se você tiver com o Permesso di Soggiorno, que é um status que você recebe quando dá entrada no processo de cidadania (ou quase assim).
  3. Emergência! Eles são obrigados a te atender.

Agora você imagina a nossa situação! Fala Italiano minha filha? Não! Tem amigos perto? Não! Sabe o endereço do hospital para emergência? Não!

Tivemos que recorrer a nossa assessora que muito gentilmente nos levou ao hospital, fez a ficha, explicou o que estava acontecendo e entrou na sala de exame comigo.

A ficha foi feita de forma bem rápida e apenas com o meu passaporte e eles não pediram nada a mais, foi bem tranquilo. O hospital era gigantesco e tinha TODAS as especialidades que você consegue imaginar. Pegamos o elevador e fomos para a área de ginecologia.

Ok, neste momento começa a parte de desconforto com a língua e serviço público!

Nos chamaram bem rapidinho e a moça que nos atendeu inicialmente era um amor 😀 (um beijo para você moça). Quando entramos na sala (eu e a assessora) descobrimos que a pessoa que fez a ficha colocou meu primeiro nome como: São Paulo. HAHAHAHAHAHAHA foi engraçado, mas elas não podiam me atender se a ficha não estivesse certa então tivemos que esperar mais um pouco para o atendimento.

Quando eu pude ser atendida estavam na sala 3 pessoas, acredito que 3 médicos e 2 deles eram estudantes. Era uma sala grande com o aparelho de ultra-sonografia e a conversa foi mais ou menos assim:

Médico: Ok, pode tirar a calça!
Minha consciência: Oi? Como assim pode tirar a calça? Não tem um lugarzinho? Eu tiro assim no meio da sala e coloco aqui na cadeira? E deito aí sem nenhum paninho em cima de mim?
Eu: Aqui?
Médico: Sim!

A situação foi bem desconfortável, o médico era bem… direto vamos dizer assim. Me entendam, eu não esperava nada a mais do que isso, eu sei o que significa serviço público de saúde, e isso provavelmente em qualquer lugar do mundo. O importante, é claro, é que eu fui atendida e descobri que estava tudo bem naquele momento.

Acontece que na terça eu acordo com um puta sangramento e já fui me conformando com a possibilidade de estar tendo um aborto. Aí sim, neste momento eu chorei! Chorei pela possibilidade, chorei porque queria estar no meu pais para entender tudo o que me diriam, chorei porque queria mais família e amigos por perto e chorei porque eu queria um serviço privado (me julguem).

Chegamos no hospital e como eu já tinha passagem foi bem rápido o cadastro e logo estávamos na sala para fazer o exame. Eu entrei na sala e estavam lá apenas 2 pessoas, a moça legal da última vez e uma médica bem nova.

A médica perguntou se eu não falava nada em italiano e eu disse que não (não saia nem o Terra Nostra minha gente), ela então perguntou se eu falava inglês e neste momento eu ouvi uma música linda dentro da minha cabeça. Ahhhhh eu poderia me comunicar e entender exatamente o que estava acontecendo.

Eu já sabia que não teria lugar reservado, não teria lençolzinho então nem me demorei no meu diálogo interno. Mas desta vez tinha um agravante… a janela estava aberta…. A JANELA ESTAVA ABEEEERTA! Ok, não tinha muito o que fazer e talvez alguém mais na Itália assistiu ao exame.

E então estava lá eu deitada usando todo o meu inglês falho e a sala começou a ter um número demasiado grande de pessoas. Eu estava lá, desconfortável e fazendo um exame trasvaginal (se você não sabe o que é da um google amigo) e a porta abria e fechava e mais uma pessoa entrava. Naquele momento eu estava de coração apertado de tanta saudade do Hospital São Luiz rs….

Depois de uma conversação, que parecia não acabar nunca, a médica resolveu falar comigo. Não tinha motivo para o sangramento e estava tudo bem e blá, blá e blá!

Considerações finais: Se você tiver uma emergência será atendido na Itália sim! O que for preciso será feito sim, mas não espere privacidade :)

Ah para quem estiver se perguntando, sim nós tínhamos o seguro saúde mas infelizmente não cobre absolutamente nada de gravidez, mesmo emergência.

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Como eu contei no último post nós saímos do Grand Canyon e fomos passar a noite em Flagstaff. A reserva do hotel ficou a cargo do Welison e quando chegamos lá o meu sogro quase teve um treco hahahahaha.

Disse que o hotel era muito simples e que provavelmente tinha percevejo. Parece que aqui é comum os hotéis de pouca qualidade terem este querido amigo que junto com a pulga fazem a tal da serenata 😉

Depois de alguns minutos de desespero, pensando que talvez teríamos que gastar mais com outro hotel, entramos no quarto e tudo estava maravilhosamente limpo e confortável…ufa!

O hotel parecia aqueles que a gente vê nos filmes, que as escadinhas ficam para o lado de fora e as portinhas ficam coladinhas uma do ladinho da outra.

Depois da instalação de todas as nossa tralhas resolvemos ir jantar e como o meu sogro tinha ganhado um cartão do Outback escolhemos comer por lá.

Quem me conhece sabe que apensar de eu não comer carne eu gosto muito. Acho um lugar super agradável para pedir uma bata frita, um chá e conversar até perceber que o restaurante está fechando as portas hahahaha. A minha amiga Cibele sabe bem disso 😉

O Outback é impressionantemente igual ao que estamos acostumados no Brasil e o atendimento foi maravilhoso. Eles erraram na carne do meu sogro, trouxeram todo o prato novamente e o gerente veio falar com a gente para pedir desculpas.

No dia seguinte o plano era ir para a pista de ski, mas quando estávamos quase chegando lá descobrimos que estava fechado então resolvemos ficar em um parque que tinha ali perto com alguns brinquedos para a Tina.

Estava um frio, um frio tão grande… mas estava nevando… Quem liga para o frio?! hahahaha

Saímos, brincamos de guerra de neve, tiramos muitas fotos (claro), congelamos e resolvemos entrar no carro para ir almoçar, mas antes paramos para tirar mais fotos hahahaha.

Almoçamos no famoso, e gostoso, Olive Garden que surpreendentemente não levou quase nada de tempo para nos acomodar.

Saindo de lá nosso destino era visitar a Igreja da Cruz que fica em Sedona. O caminho estava tão lindo, eu nunca imaginei que um dia veria pessoalmente uma paisagem tão linda. As árvores estavam todas muito brancas de neve, estava nevando muito forte e as pessoas começaram a parar para tirar foto no meio da estrada.

Achamos uma floresta liiinda e saímos, eu e o Welison, para fazer fotos e uns videos lá. CARAAAAMBA o lugar era sensacional, eu queria viver ali hahahaha. Eu me senti em um filme com fundo musical ( coisa minha 😉 ) e meu coração ficou tão grato por poder estar ali!

Acabamos parando em um centro comercial, também em Sedona, que te leva quase que LITERALMENTE para a Itália de tão bem construído que é. As vielas, os arcos, as fontes.. tudo igual como se estivéssemos de novo na Toscana. E nos esquecemos do horário lá.

Apenas para contextualizar, Sedona é um belíssimo lugar cheio de rochas e dizem que é um lugar energizado rs…

Para finalizar compramos o velho e bom chocolate quente de todas as viagem e pegamos a estrada para Chandler.

Incrível como você pode sair de um lugar que está nevando intensamente, 40 minutos depois você passa por um lugar  que não está mais nevando apesar do frio intenso e na sequencia cai em um lugar de frio agradável e sem nenhum sinal de neve. O Arizona é incrível!!!

E assim acabou mais um dia de viagem da família Heredia Lopes 😀

Estava pensando em colocar aqui para vocês as fotos da viagem para a Itália e de Londres. O que vocês acham? Querem?

Um beijo enorme e agora sim as milhões de fotos que tiramos 😉

 

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Como você já está sabendo a minha mãe está por aqui e por isso fizemos um roteiro pequeno para ela conhecer os pontos turísticos que ficam próximos a Chandler.

Escolhemos então para o nosso primeiro dia do ano sair bem cedinho, às 4:00 da manhã, e ir para o Grand Canyon. Lembrando que o vídeo vai estar em breve lá no canal no youtube 😀

A minha sogra, muito da animada, ficou a noite toda fazendo esfihas, bolos e quitutes para a gente poder se matar de comer durante todo o caminho hahahaha.

Nós alugamos um carro beeeeeem grande para poder caber todo mundo, pegamos todas as nossas tralhas, entramos no carro e bora para aestrada.

A Valentina entrou no carro, olhou para todo mundo, deu um salve e capotou até a nossa primeira parada que foi em Flagstaff.

Quase chegando em Flagstaff começou a nevar muito, o que para mim foi como se eu fosse paga por Hollywood para estar naquela cena de filme hahahahaha.

Dá um pouco de medo porque você vê que todos os carros estão indo muuuito devagar e como era muito cedo a estrada estava cheia de neve, não tinha dado tempo dos carros que passam limpando fazer o trabalho.

Paramos em um posto para esticar as pernocas e comprar o chocolate quente de todas as viagens e seguimos para o Grand Canyon, mas ainda antes de chegar no destino final não resistimos e paramos em uma lojinha com muitos itens legais feitos por várias tribos indígenas aqui dos Estados Unidos. FAAAANTÁSTICO!!!

Para quem nunca teve a oportunidade de estar no Grand Canyon, ele é como se fosse um parque muito grande… é na verdade uma reserva e para entrar você precisa pagar. Pagamos USD30,00 (por carro) que valia como entrada por 7 dias. No nosso caso seria só uma visita de algumas horas mesmo rs…

Assim que você entra recebe um mapa mostrando a imensidão que é tudo aquilo e assim fica mais fácil escolher para que parte você quer ir.

Como estava nevando muito nós não ficamos muito tempo lá, passamos no Grand Canyon Village que tem uma vista maravilhosa e uma pedra que você pode subir em cima para tirar uma foto sua aparecendo toda aquela maravilha 😀

Passamos também no Desert View que é tipo uma torre que dá para ver parte do Grand Canyon lá de cima. Nesta hora a Tina estava dormindo então eu escolhi ficar no carro com ela porque eu já tinha conhecido lá da outra vez.

É um lugar muito lindo, mas apesar de toda a proteção, tem lá seus riscos então como mãe dá um desespero deixar a Tina livre leve e solta por. Sem pensar nos olhares de desaprovação (cada um cuida da sua vida já dizia a minha avó 😉 ), colocamos a famosa “coleira” rs… Ela entrou na brincadeira e disse que era um cachorrinho kkkkk

Eu nunca tinha visto o Canyon com neve e fiquei impressionada, é muito lindo e eu me senti abençoada por poder estar lá e ver que mesmo em um mundo tão destruído pelo homem Deus nos proporciona coisas lindas da natureza.

O nosso dia acabou em Flagstaff enchendo a barriga de cebola do Outback rs…. que aliás é bem, mas bem igualzinho o que temos no Brasil.

Teve paciência de ler todo este meu relato? Agora aproveito as fotos para ficar mais real aí na sua cabecinha 😀

Um beijo enorme!

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Sessão de fotos na neve

De mãe pra mãeFamília // 28 de dezembro de 2016

Oi minha gente!
Tudo bem????

Quem me acompanha nas redes sociais tá sabendo que fomos visitar a sra. Neve 😀
É difícil pensar em uma coisa que faça meu coração se alegrar mais do que toda a paisagem bem branquinha, coisa mais linda que Deus fez gente… ta loko!

Em um post eu falei sobre o porque de eu achar que Phoenix era um dos lugares mais perfeitos para se morar e hoje vocês vão conseguir ver que eu estava certa 😉

Como vocês sabem, estamos no Arizona, em Phoenix e na segunda resolvemos que seria legal nos dar de presente um passeio hahahaha. Como ver neve estava (e está) totalmente nos nossos planos escolhemos dar uma passada em Payson, que fica a apenas 1:30 daqui.

Payson é uma vila localizada no estado americano do Arizona, no condado de Gila. Confesso… tirei esta informação do querido Wikipédia rs, mas foca na parte boa da história que esta sim eu tenho propriedade para falar sem pesquisa hahahaha.

Saímos de casa as 11:30 e chegando em Payson paramos para comer em uma pizzaria MUUUITO boa, mesmo, chamada Pizza Factory. Tinha cara de familiar e logo percebemos que realmente era um local bem familiar e tradicional ali pelas redondezas. Eles tinham combos bem montadinhos para as famílias e existia uma parte com brinquedos para as crianças (as mães agradecem, obrigada!).

A atendente foi um amor, nos ajudou a fazer o melhor combo para pagarmos mais barato e a comida chegou mais rápido do que em qualquer outra lugar que eu me lembre.

Depois da barriga bem cheia fomos visitar a sra. Neve que certamente estava com muita saudade da minha pessoa assim como eu estava da dela hehehehehe. Paramos em uma espécie de parque com cara de floresta com muita, muita, muita neve (meu ser não estava se aguentando de felicidade).

Demos uma volta rápido de carro e percebemos umas barracas de uns corajosos que acamparam por lá. Escolhemos um lugar para parar o carro e aí meu povo… haja pose para tanta foto hahahah

Durante um tempo da minha vida (antes de ter meu amorzinho) eu pensava que casar com um pastor seria muito legal, mas depois que eu casei com o Welison percebi que casar com um fotografo é sensacional hahahahaha. A gente se acabou, como sempre, de tirar foto e filmar tudo.

A Tina estava tão animada, quiz comer a neve dizendo que era um ice cream, brincou de guerrinha de neve, correu, correu e correu até literalmente não querer mais. Todas as fases como mãe são boas, umas com mais desafios outras com menos, mas eu digo sem medo que agora está sendo encantador como mãe. A Tina curtiu o natal, pediu musica de natal, queria a neve do natal… foi demais!

Quem me acompanha no Insta sabe que minha mamis está por aqui, ela alucinou brincando com a Tina e parecia mais criança que a criança kkkkk

Depois de tudo isso entramos no carro, pegamos a estrada e chegamos em casa as incríveis 18:30!!!!! Dá para acreditar? Sair as 11:30, pegar estrada, comer bem, brincar na neve, pegar a estrada de novo e chegar em casa cedo e ainda perceber que não gastou praticamente nada? Por mais dias assim, meu bolso agradece, obrigada!

Deem uma olhada nas fotos e me digam se vocês já viram neve de perto e onde foi 😉
Se não viram me contem se vocês tem vontade e onde gostariam de ir 😀tamires_heredia_001
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Eu não sei muito bem aonde vou registrar este diário de uma mãe, se aqui no Blog ou lá no Youtube hahahaha. Na minha cabeça eu ainda estou tentando entender o que quero ter em um lugar e o que quero ter no outro, mas acho que estou chegando a uma conclusão e vou explicar.

Quando eu preciso saber de algum assunto específico vou sempre para o Youtube, mas quando quero saber de histórias, ler referências, acompanhar experiência eu sempre prefiro ler e vou direto para os blogs. Assim sendo meu povo eu acho que vou centralizar aqui meus sentimentos hahahahaha

Então vamos lá, o que foram estes quatro meses como mãe em período integral e dona de casa (sem casa agora)?

É estranho falar, mas a verdade é que eu não estou sentindo nenhum pouquinho de falta de ter uma mesa, um telefone e usar salto alto todos os dias.

Quando eu resolvi sair do trabalho para cuidar da Tina eu estava bem perdida no que queria como profissional e também em relação as coisas que eu queria e gostava e foi exatamente por isso que eu resolvi fazer a lista dos 30 antes dos 30. Com toda está mudança de parar de trabalhar e resolver sair do pais, para ter mais qualidade em família, muitas coisas foram se ajustando e eu percebi que: educar a Valentina realmente é uma das coisas que eu mais gosto de fazer. Eu tenho prazer em fazer pesquisas e conhecer cada vez mais este mundo. Fazer videos para o Youtube e escrever no Blog me completaram profissionalmente como eu nunca imaginei antes. A realidade de trabalhar de casa e poder cuidar da minha filha e família nunca esteve tão perto e tão longe ao mesmo tempo rs…

Este mês de junho estávamos nos Estados Unidos e passamos ótimos dias por lá, foi nosso primeiro destino e conseguimos confirmar que estamos no caminho certo e que mesmo com as dificuldades Deus está a frente e vai nos capacitar a dar os próximos passos.

Nós aproveitamos muito o calor e foi inacreditável ver como a Valentina gosta de piscina e como isso de alguma maneira está nela, acho que ela vai ser uma ótima nadadora hahahahaha sério, não é normal! Ela está nadando e quando eu digo nadando eu quero dizer nadando mesmo. Sem boia, sem ninguém segurando… ela se joga na piscina, de costas, de lado, de frente e de todas as formas que ela conseguiu testar. Acho que isso compensa o fato de ela não gostar nenhum um pouco de aventuras em escorregadores e balanços hahahaha.

A parte difícil sem dúvida nenhuma é ficar sem ter uma casa, sem ter o futuro todo certinho escrito em papel (sim eu fazia isso, era super controladora do futuro). Por exemplo, eu pensava em ter um segundo filho quando a Valentina fizesse 2 anos, mas agora isto está fora de cogitação e eu não consigo fazer planos para isso porque os nossos próximos 6 meses ou 1 ano estão fora de planos perfeitos e super controlados. Estamos nas mãos de Deus e seguindo passo por passo!

Acho que consegui resumir bem este quarto mês rs…. Ahhhhh eu preciso dizer também que o ajuste de fuso na Tina aqui no Brasil está sendo bem difícil!!!! Minha nossa!!! Pensando em novas táticas para não ser sempre assim em todas as viagens.

Nosso próximo destino provavelmente será a Itália e deve ser já em agosto.

Um beijo enorme!

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