A MELHOR RESPOSTA QUEM TEM É VOCÊ!!
Oi meninas, tudo bem? Aqui estamos nós de novo, pra conversar um pouquinho mais sobre os dilemas da maternidade. No mês passado contei pra vocês um pouquinho da minha experiência pós parto. De como eu sempre quis ter filhos e como fui surpreendida por não ter tido todos aqueles sentimentos maravilhosos que esperam que todas as mães tenham. E por esse motivo e muitos outros, meu puerpério foi muito difícil, chegando provavelmente a virar uma depressão pós parto. Eu espero, querida mãe que está aqui, que se você passou, ou passa por isso, você tenha se sentido acolhida e abraçada pelas minhas palavras, pela minha história. Posso dizer à vocês que hoje, quando lembro do que passou, ainda me dói um pouco. Dói porque eu não tinha o conhecimento que tenho hoje. Não dói mais por mim, porque graças a Deus tudo passa, mas dói por todas as mulheres que passam por isso. Tudo poderia ser muito diferente se as pessoas falassem mais. Se outras mães conversassem mais sobre as suas dificuldades. Se contassem que amamentar pode doer muito. Ou que a falta de descanso pode transformar o humor de uma mulher rsrs.
E aí entra a internet, pra nos “ajudar” com muitas das nossas dúvidas, ja que existe pouco diálogo honesto de mãe pra mãe. Vivemos em um mundo onde o excesso de informação nos confunde, não sabemos mais o que queremos ou o que precisamos. Muitas vezes esquecemos quem somos!
As redes sociais são ótimas, se bem usadas. Bom local pra buscarmos idéias, dicas disso ou daquilo. Mas acabamos caindo na armadilha da comparação. Acompanhamos a vida de tanta gente através do Instagram e Facebook. Vidas aparentemente “perfeitas”. Ok, perfeição não existe, todas nós sabemos. Mas fica difícil lembrar disso quando nos damos conta do caos que estamos vivendo, da bagunça da casa, dos dentes que não são escovados o dia inteiro e do cabelo que prendemos quando acordamos e assim ele fica até a hora de dormir. Ficamos nos comparando o tempo inteiro. Nos comparando com outras mães, comparando nossos filhos, a nossa famiíia!
Lamentamos por não ter a vida da Fulana, por não saber fazer o que outras mães fazem, por não ter a paciência daquela amiga, a criatividade da outra, e assim vai. Mal sabemos nós que muitas dessas mães que acompanhamos, e que, sem maldade nenhuma, muitas vezes invejamos, vivem a mesma realidade que nós, só que em silêncio. É muito mais fácil tornarmos públicas a calmaria e não a tempestade.
Há alguns dias ouvi uma frase que me marcou: “Somos uma bela geração de fotos sorridentes e travesseiros encharcados”. 
E me dei conta que eu também ja fiz isso. Ja postei foto romântica com o marido em alguma viagem, com uma paisagem maravilhosa, mas tínhamos acabado de ter uma super discussão. Ja postei foto da minha filha, falando o quão sou realizada em ser sua mãe, mas minutos antes tinha perdido a paciência e gritado com ela.

Minha amiga, entenda que não somos perfeitas. Ninguém é. Nossa vida é feita de alegrias e tristezas. De vitorias e derrotas. E na maternidade não é diferente. É uma luta diária. Luta contra birras, luta contra a correria, luta contra o nosso próprio sono, luta contra a impaciência. Por favor não se compare. Não mude de ideia somente porque alguém pensa ou faz diferente. Cada uma de nós tem uma realidade. O que funciona pra mim, não funciona pra você. Não existe certo ou errado. Existe o que da certo pra você, pra sua família. Quando você não tiver a resposta que procura, não esqueça que ninguém é melhor do que você mesma pra encontrar as soluções que precisa, olhe sempre dentro de você, tenho certeza que você conseguirá sempre buscar o melhor caminho e dessa forma, ser a melhor mãe que você poderia ser!

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Olá querida mãe que está passando por aqui! Espero que estejam bem! Meu nome é Fernanda. Eu sou aquela que desde à adolescência, sonhava em ser mãe! Que sempre amou criança, que ajudava na escolinha dos pequenos na igreja. Que quase fez o marido – na época, namorado – sair correndo achando que eu era maluca, quando apareci na casa dele com uma roupinha de bebê em plenos primeiros meses de namoro (juro que a justificativa era boa: roupinha linda e uma super promoção hahaha).

Mas eu também sou aquela que nunca sentiu falta do barrigão de grávida, que não conversou com a barriga durante a gravidez e também aquela que ficou em estado de choque quando a filha nasceu. Sabe aquele amor incondicional e inexplicável que as mães sentem (ou dizem sentir) quando seguram o seu bebê pela primeira vez? Eu não senti! Eu chorava nas madrugadas enquanto amamentava, porque queria dormir. Eu chorava quando ela cochilava 1 hora por dia nos primeiros meses de vida e não horas e horas à fio como me diziam que todo o bebê fazia (isso mesmo, você  não entendeu errado. Ela tinha um mês de vida e entre 5 da manha e 11 da noite, quando dormia uma hora, era muito!!).

E eu tinha vergonha de falar sobre isso, porque as críticas viriam. E os julgamentos também! Foi então que, inconformada com esse sentimento, fui atrás de informações e descobri o tal do Puerpério, e quão duro ele pode ser com algumas mulheres. E sim, ele me pegou de jeito, em cheio, com tudo! Chegou e me arrastou. Me afundou! Acredito que trouxe junto, uma depressão pós parto, mas não procurei ajuda, não queria admitir!

Como uma pessoa como eu, que sempre quis ter filhos, uma pessoa alegre, tão agitada como sempre fui, poderia cair na armadilha dessa tal de depressão? Não, eu não! Acredito que muitas mães sentem isso mas não “podem” falar, afinal, mães foram feitas pra amar, pra viver a maternidade 100% do tempo, pra não sentir falta de nada que não envolva os filhos. E é feio admitir o contrário. Mas enquanto não podemos falar como realmente nos sentimos, a angústia só aumenta! E s solidão também!

Graças à Deus essa fase passa. Mas pra quem está vivendo isso, parece durar uma eternidade. Mas querida amiga, fique tranquila, porque sim, passa mesmo! E você não está sozinha! Quantas mães, como eu, choram sozinhas na escuridão da noite! Mães que algum dia, em algum momento ou alguns segundos que seja, já se sentiram culpadas, arrependidas, tristes, com saudade de quando podiam dormir até a hora que bem quisessem, ou que amavam não ter uma rotina ou obrigações à cumprir no final de semana.

Acho tão injusto mães viverem com essa pressão, com essa cobrança de uma perfeição que não existe e nunca vai existir! E toda essa fusão de sentimentos só contribuem pra nos impedir de sermos o melhor que podemos, de sermos a melhor mãe que poderíamos ser.

É muito importante que vocês saibam que não estão sozinhas, não são as únicas! Que tudo isso acontece com muitas mães. E sabe qual é a boa notícia? É que sim, existe esperança de sobreviver à esse turbilhão de sentimentos! Existem meios de passar por esse momento da vida de uma forma mais leve, sem culpa, sabendo que você tem potencial pra buscar o melhor de si pra lidar com as dificuldades diárias da maternidade.

Desejo que vocês possam encontrar no seu interior, a força que precisam pra enfrentar essa caminhada surpreendente que é a maternidade! Bora fazer essa viagem juntas? Te espero no próximo mês, pra fazermos nossa primeira parada rumo à maternidade perfeitamente imperfeita!

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Passamos o dia sobrecarregadas com tarefas, em um ciclo que muitas vezes parece não ter fim e eu, particularmente, chamo de cachorro correndo atrás do próprio rabo. Não importa se você trabalha fora, meio período ou escolheu trabalhar em casa se dedicando exclusivamente aos filhos. O sentimento de frustração no fim do dia é certo e parece vir já embutido no pacote materno, sem ao menos nos dar a chance de dizer: ” -Obrigada! Este brinde eu passo!”.

Com grande intensidade ou pouca, a maioria de nós chega ao final do dia fazendo aquele balanço mental nada agradável! Será que eu realmente dei o meu melhor? Eu não devia ter dado aquela comida! Eu poderia ter tido mais paciência! Ele fica tantas horas sem mim. E deveria trabalhar menos! Eu devia ter feito mais atividade com ele! Eu podia não ter gritado! E por aí vai uma infinidade de culpa e frustração.

Uma pesquisa realizada pela agência de notícias Reuters, do Reino Unido, a respeito da sobrecarga de informações no mundo (Dying for information) revela, entre tantos outros dados relevantes, que:

– 43% dos entrevistados sentem que suas decisões, em muitos momentos, são atrasadas e afetadas negativamente pela sobrecarga de informação.
– 42% fazem uma ligação direta  entre os problemas de saúde e o estresse causado pelo excesso de informação.

Esta pesquisa foi realidade com gerentes em diversos países, mas eu, como uma pessoa que já viveu muito tempo dentro de uma multinacional, posso te garantir que e pesquisa em questão se aplica diretamente a vida materna! Existem pesquisas hoje que já nos dizem que apenas cerca de 5% da nossa população de fato pensa por conta própria.

Se as informações acima não foram capazes de te dar um chacoalhão, eu vou ir bem direto ao ponto: o excesso de informação que você consome todos os dias está, não só te paralisando, como também está fazendo você se culpar e se sentir cada vez mais frustrada como mãe. E não é difícil de entender! A tecnologia e a internet veio para nos beneficiar em muitos aspectos, mas também está nos trazendo grandes danos e precisamos parar agora mesmo e olhar com muito amor para esta área da nossa vida.

Todos os dias vemos em nosso feed do Instagram uma enxurrada de IGs maternos te dizendo o que você deve ou não fazer, o que pode ou não comer, como pode ou não falar etc. Você precisa ter um quarto Montessoriano, ser bem informada sobre a disciplina positiva e fazer com que seus filhos bebam suco verde e comam muito bem.

Veja bem, eu não estou aqui dizendo que estas informações não são boas ou que não mereçam a nossa atenção. Muito pelo contrário! Como vocês bem sabem, eu acredito que mãe não nasce sabendo e precisa sim estudar para passar por esta jornada. A prova disso é que me tornei Coach Parental e me esforço ao máximo para trazer aqui informações relevantes e que tenham conteúdos que de fato agreguem. O ponto principal está na falta de filtro que temos e o excesso de informação que  diariamente colocamos para dentro de nossa mente. Não só estamos sendo incapazes de filtrar aquilo que realmente funciona para nossa família, como estamos também, em muitos casos, deixando que outros pensem por nós e nos digam o que fazer. Aí está a maior parte do motivo por chegarmos ao fim do dia tão frustradas como mães!

Você pode estar pensando que: Não! A razão da minha frustração é não ter tempo para mim! É não conseguir me controlar com meus filhos! É não ter tempo para organizar a casa! E por aí vai… Mas como você espera conseguir fazer tudo isso acontecer se mal estamos conseguindo filtrar o que realmente gostamos de fazer no tempo que seria nosso? Que metodologia usar para educar nossos filhos? Qual dessas 30 técnicas de organização vamos usar em nossa casa? Entende? Estamos acreditando que precisamos de tudo o que temos colocado para dentro de nosso mente para fazer as coisas acontecerem.

Uma vez que não somos capazes de refletir o que cabe ou não dentro da nossa realidade como mães e de nossas famílias e aceitamos a verdade de outros, sem ao menos considerar os valores da nossa família, estamos, ainda que inconscientemente, nos frustrando sem motivo! Não pense que com isso eu quero dizer que estaremos livres das frustrações. Não mesmo! Errar faz parte e muitas vezes teremos duvidas se estamos no caminho certo. Mas uma coisa eu posso te garantir, diminua a quantidade de informação que você tem colocado para dentro, diminua as horas no Facebook, Instagram, Whatsapp e outros, comece a avaliar se a informação faz sentido para você e para a realidade de sua família e o peso da frustração vai diminuir consideravelmente e você vai conseguir respirar mais aliviada!

Se tudo isso de uma vez for muito, comece aos poucos. Um passo é melhor que nenhum! Veja abaixo por onde você pode começar:

1. Estipule horários para você olhar o seu Whatsapp. Temos o costume de nos perder facilmente cada vez que ele avisa que uma nova mensagem chegou.
2. Escolha perfis maternos que você realmente se conecte e deixe de seguir outros. Muitas pessoas falando na sua cabeça pode causar o efeito inverso!
3. Saia de grupos de Facebook ou Whatsapp que você não vê razão nenhuma em estar presente.
4.Crie  habito de fazer perguntas para você mesma. É importante para mim? Cabe na realidade da minha família? Vai agregar valor? Responda com sinceridade, diga não ao que não for trazer um benefício real e siga em frente.
5. Se dê crédito! A maioria das soluções já está dentro de você mesma!

Esta também é a minha luta diária, mas é possível!

Se este texto agregou valor para você, não deixe de compartilhar com alguma mãe que também precisa ter este conhecimento. Mas lembre-se, compartilhe apenas se de fato fez diferença para você 😉

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Que ser mãe é um trabalho cansativo e muito gratificante, a gente já sabe! Mas é preciso saber que existe uma linha MUITO tênue entre o ser cansativo e gratificante e o ser cansativo, estressante, desgastante e só depois de tudo isso (e muito mais) sentir que é gratificante. Temos uma tendência a, mesmo sem querer, entrarmos neste ciclo louco e chegarmos ao final do dia completamente esgotadas e muito estressadas.

O excesso de atividades que temos hoje nos deixa sobrecarregadas, frustradas e sentindo que a falta de tempo vai nos engolir. Logo vem a falta de paciência com os filhos, o medo de errar na educação e no final o dia mais pareceu uma luta de MMA que nem mesmo nos nossos melhores dias de Anderson Silva conseguimos levar o trofeu!

Mas eu estou aqui, de mãe para mãe, explodindo por dentro em poder escrever este artigo dizendo que sim, é possível ganhar esse trofeu e ser uma mãe menos estressada com 5 dicas simples e que você pode e deve colocar em prática hoje mesmo.

1 – Escute o seu filho
Pode parecer lógico, mas não é! Quantas vezes no dia você está chamando a atenção do seu filho e quando chega a hora dele falar, você já está usando este momento para formular a sua próxima resposta? Muitas brigas, momento de falta de obediência e irritação materna daquelas que vem do nosso âmago, poderiam ser evitadas pelo simples fato de silenciar a nossa mente e focar no que o nossos filhos realmente estão nos dizendo. Você vai perceber que muitas coisas serão explicadas e relevadas se você começar a fazer este exercício hoje mesmo!
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2 – Organize o seu dia
Já consigo te escutar dizendo: “Eu já tentei, mas não sou organizada! Não consigo fazer isso!”
Então eu peço licença para te fazer repensar algumas coisas neste momento. Muito mais do que a técnica que você vai usar para se organizar, aqui o importante é você saber com detalhes tudo o que acontece no seu dia. Pare hoje mesmo e coloque no papel todas, eu disse TODAS, as suas atividades diárias, por horário para você enxergar como está a sua rotina. Depois disso escolha a melhor ferramenta para o seu estilo pessoal (caderno, planner, agenda eletrônica etc.) para planejar os seus próximos dias de acordo com o que você já descobriu. De modo simples, o que acontece é que você entende qual a sua próxima atividade, qual atividade pode ficar para amanhã e o que pode ser delegado a outros membros da família, fazendo com que você fique menos sobrecarregada. Não deixe de colocar esta dica em prática, serão 5 minutos que podem te fazer ganhar vários minutos lá na frente.
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3 – Identifique situações de perigo
Agora que você já sabe como o seu dia funciona, vai ficar fácil perceber quais são os momentos que te geram mais estresse e irritabilidade, assim como nos seus filhos também. Se você identificar que a hora de tomar banho, por exemplo, é um caos e sempre te deixa desgastada, se antecipe a isso e crie soluções para mudar este momento. Entenda o que causa este descontrole geral da galera (rs) e recalcule a rota. Aqui por exemplo, a hora de se trocar para ir à escola era um caos e o meu fim do dia já era ás 8 da manhã hahaha. Entendi que se eu colocasse uma música, dançasse enquanto trocava a Valentina, tudo fluía melhor.
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4 – Separe um tempinho para estudar
Imagine que você está no avião, sentada confortavelmente em sua poltrona e uma aeromoça chega muito agitada e te diz: “Eu preciso que você venha a cabine do piloto.” Chegando lá, você descobre que o piloto passou mal e que está em suas mãos pilotar aquele avião e fazer com que todos os passageiros cheguem bem ao destino final. Você seria capaz? A não ser que você tenha estudado para isso, provavelmente não! Com a maternidade acontece o mesmo porque, apesar de ser um caminho natural da vida, não nascemos sabendo e cada pouco que nos dedicamos a saber, ler, ouvir e assistir sobre a arte de maternar, pode nos tirar do ombro o peso de situações diárias que são completamente contornáveis, mas não sabemos como pode ser simples até nos colocarmos em direção ao conhecimento. Hoje está a nossa disposição conteúdos como por exemplo os da Escola de Pais Mundo em Cores, livros sobre disciplina positiva, canais no Youtube como o da Isa Minatel, Elisama Santos e muitos outros. Não perca tempo! Está lavando louça? Ouça alguma coisa! Está a caminho do trabalho? Leia alguma coisa!
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5 – Faça alguma coisa por você
Eu tenho constantemente batido nesta tecla lá no meu Instagram. Quando estamos vazias de nós mesmas, é humanamente impossível dar uma gota se quer para os nossos amados. Muitas vezes a falta de paciência, o cansaço, o estresse e a confusão mental que nos acomete, pode ser diminuída com uma simples atitude: olhar primeiro para nós! Descubra o que você gosta de fazer que tenha a ver com você, você e mais ninguém. O que te dava prazer antes mesmo de ser esposa e mãe? Se você, neste momento, não pode fazer grandes coisas, não tem problema! Comece aos poucos, tome um banho demorado e peça para que o seu marido te ajude com as crianças. Vá assistir um filme, andar no shopping, conversar com uma amiga, escrever uma carta… eu não sei! O que sei de fato é que você precisa olhar para você para conseguir entregar todo o amor que quer para os outros membros da sua família.

Se prepare para fazer estas 5 coisas conscientemente durante esta semana e depois me conte o resultado! Eu garanto que você vai sentir que o fim do dia está mais leve. Nós sempre teremos desafios e momentos difíceis, mas se você pode minimizar isso, porque adiar esta mudança?

Eu sei da força que você tem e da mudança que você é capaz de causar em você e em sua família! Vamos juntas?
Não esqueça que bem perto de você alguma outra mãe também está precisando destas dicas! Compartilha com ela também 😉

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Oi minha gente, como vocês estão?

De um dos meus dias mais intensos e lindos, eu resolvi compartilhar com vocês as fotos que o Welison tirou. Para quem já assistiu o video do parto, teve a oportunidade de ver algumas mas são tantas que vou compartilhar aqui também.

Eu sou tão agradecida por poder ter as fotos deste dia, mais ainda pelo fato de terem sido tiradas pelo Welison, que estava lá como fotógrafo, marido e pai 😀

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O dia está cinza, os passarinhos estão cantando e eu acabei de abrir os meus olhos de uma noite cheia de trocas de posições, já que o quadril do final da gestação está me matando e não me deixa ficar em uma única posição.

O primeiro pensamento foi o mesmo dos últimos dias “eu não acredito que não estou no hospital, que minha bolsa não estourou no meio da noite…”. Este tem sido os pensamentos das últimas manhãs, mas este veio com um sentimento imenso de levantar, trocar de roupa e sair andando pelas ruas para sentir um pouco o vento, ouvir os passarinhos mais de perto e sair do sufoco que minha cama parecia estar me causando.

Não fui, não fiz nada disso! Levantei e conscientemente me dei o direito de terminar meu pacote de bolacha Passatempo, mesmo sabendo que o açúcar me faz mal. Sentei no sofá, tentando fazer o menor barulho possível para que a Valentina não ativasse seu sinal “mamãe acordou”e eu conseguisse pelo menos tentar ajustar meus pensamentos. Foi em vão! Em poucos minutos a porta da sala se abriu e aquele serzinho todo descabelado já estava ao meu lado pronunciando sua frase preferida “Mamãe, estou com fome”.

Levantei, fiz o café da manhã dela e comecei a pensar o que eu poderia fazer para não deixar meus pensamentos irem mito distante. Lavei a louça, pensando que a possibilidade de ela não chegar até a minha mãe embarcar para o Brasil estava crescendo. Varri o chão da cozinha, pensando que a sensação agora era de que eu tinha mais uns 5 meses de gestação pela frente, já que um nascimento prematuro tinha sido considerado e agora com quase 40 semanas, ela não vinha. Arrumei as camas, assisti um relato de parto que não me agradou, organizei a sala e continuava pensando e pensando.

Olhei para o computador e senti a necessidade de entrar aqui, depois de um ano e escrever. A ideia não era essa! A ideia era recomeçar o blog com um lindo post sobre o nascimento de dona Isabella, mas quem se importa em esperar se a necessidade de se expressar vem agora?

Os dias que antecedem a chegada de uma vida pode de fato ser emocionalmente desgastante. Neste meu momento eu me divido em muitos pensamentos! Eu me divido em querer que ela venha logo e em querer que ela chegue apenas quando for o tempo dela. Mas e se o tempo dela não estiver de acordo com o voo já comprado de volta para o Brasil da minha mãe? Ah neste caso eu agradeço muito porque a minha mãe nem viria nos visitar nesta época e chegou nas semanas certinhas de férias da Tina. Eu agradeço porque ela está me ajudando com a casa, com a Tina, com a comida, com a roupa e com o emocional de ter a mãe por perto.

Mas eu queria tanto que ela estivesse aqui pelo menos nas duas primeiras semanas da Isabella. Ah é verdade, eu logo lembro, não tem mais duas semanas! Temos apenas uma, para ela ao menos conseguir conhecer a Isabella. Mas tudo bem, minha racionalidade me lembra, ao menos ela está aqui e vai conseguir ver ela nascer. Mas e se não der tempo? Tudo bem porque o que importa é que ela está aqui agora…

E assim eu sigo em um looping de pensamentos malucos de agradecimentos, choros, vontade de coisas que não estão no meu controle e por aí vai!

A conclusão final, que na verdade nem é final já que o até o final do dia minha cabeça vai passar por muitas outras conclusões, é que eu confio “no Senhor e o mais Ele fará” mas que meu lado humano precisa passar e sentir por tudo isso, mesmo confiando em Deus.

A ideia de que quem confia em Deus não sofre, não me agrada e é enganosa! Você confia, chora e se sente abraçada. E isto só prova que somos humanos!

Assim eu termino meu primeiro post depois de um ano sem escrever por aqui, sem fim, sem conclusão e ainda com as ideias bem misturadas aqui na cabeça! 😀

Um beijo

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Oi mina gente, tudo bem?

A primeira pergunta é: Já tá inscrito lá no canal? 😀
Se não, corre e me acompanha lá também que tem muita coisa legal acontecendo falando sobre esta nossa viagem que já dura quase um ano 😉

Como mãe eu sei bem que chega uma hora que fica difícil controlar a alimentação dos filhos. Na verdade a Tina até reage bem quando eu digo que ela não pode comer alguma coisa. Eu sempre explico o porque ela não pode comer, mesmo quando ela ainda era bem menorzinha do que é hoje, e olha que ela só tem 2 anos e meio rs…

Mas eu não posso simplesmente dizer que ela não pode comer e pronto, eu preciso ter uma outra opção porque assim fica tudo sempre mais fácil. O que eu, no começo, achava que era difícil mesmo era achar receitinhas para fazer, mas logo eu percebi que tem muitas opções e que não precisa me descabelar.

E é exatamente por isso que eu quero compartilhar aqui com vocês uma ótima escolha para dar para nossos filhotes. Escolha esta que não vai açúcar, e quem me acompanha sabe o que eu penso e acredito sobre dar açúcar para criança antes da hora.

Então segue aqui a receitinha do docinho de amêndoa com ameixa e uva passa, mas que pode sofrer várias alterações trocando a amêndoa pelo amendoim, castanha ou outra oleaginosa.

Espero que gostem e me contem por favor se fizerem e como foi a aceitação dos pequenos 😀

Estar grávida em outro país já é desconfortável o suficiente pela língua e por você ter que pesquisar como tudo funciona e se encaixar no método deles. Agora estar grávida em outro país, no começo da gestação e ter um sangramento é tipo: ME DEVOLVE PARA O BRASIL, PLEASE?

Como vocês ja devem saber, estamos fora do Brasil para dar entrada no processo da cidadania Italiana e depois de tudo pronto ficar por Londres. Quando eu descobri a gravidez estava em Londres, mas poucos dias depois tive que ir para a Itália. Tivemos que ficar na Itália mais do que gostaríamos por conta de alguns problemas com a cidadania e foi aí que tudo começou.

Se você me acompanha sabe que infelizmente perdemos o bebê. Confiamos em Deus e acreditamos que tudo está nas mãos dEle, então estamos bem!

Eu acordei um domingo de manhã fui ao banheiro e quando me dei conta estava com um sangramento! Não era um SUPER sangramento, mas era um sangramento. Eu já tinha pesquisado como seria se eu precisasse usar o serviço público da Itália como turista e sabia que é possível usar se:

  1. For contribuinte do INSS no Brasil, já que Brasil e Itália tem um acordo que possibilita este acontecimento. Você precisa apresentar passaporte e último comprovante de contribuição ou extrato de contribuição. Mas MINHA GENTE DO CÉU, quem viaja com isso? E de qualquer forma eu tinha parado de trabalhar já fazia uns 5 meses. Agora você minha filha, vai vir para a Itália? Trás tudo isso aí :)
  2. Se você tiver com o Permesso di Soggiorno, que é um status que você recebe quando dá entrada no processo de cidadania (ou quase assim).
  3. Emergência! Eles são obrigados a te atender.

Agora você imagina a nossa situação! Fala Italiano minha filha? Não! Tem amigos perto? Não! Sabe o endereço do hospital para emergência? Não!

Tivemos que recorrer a nossa assessora que muito gentilmente nos levou ao hospital, fez a ficha, explicou o que estava acontecendo e entrou na sala de exame comigo.

A ficha foi feita de forma bem rápida e apenas com o meu passaporte e eles não pediram nada a mais, foi bem tranquilo. O hospital era gigantesco e tinha TODAS as especialidades que você consegue imaginar. Pegamos o elevador e fomos para a área de ginecologia.

Ok, neste momento começa a parte de desconforto com a língua e serviço público!

Nos chamaram bem rapidinho e a moça que nos atendeu inicialmente era um amor 😀 (um beijo para você moça). Quando entramos na sala (eu e a assessora) descobrimos que a pessoa que fez a ficha colocou meu primeiro nome como: São Paulo. HAHAHAHAHAHAHA foi engraçado, mas elas não podiam me atender se a ficha não estivesse certa então tivemos que esperar mais um pouco para o atendimento.

Quando eu pude ser atendida estavam na sala 3 pessoas, acredito que 3 médicos e 2 deles eram estudantes. Era uma sala grande com o aparelho de ultra-sonografia e a conversa foi mais ou menos assim:

Médico: Ok, pode tirar a calça!
Minha consciência: Oi? Como assim pode tirar a calça? Não tem um lugarzinho? Eu tiro assim no meio da sala e coloco aqui na cadeira? E deito aí sem nenhum paninho em cima de mim?
Eu: Aqui?
Médico: Sim!

A situação foi bem desconfortável, o médico era bem… direto vamos dizer assim. Me entendam, eu não esperava nada a mais do que isso, eu sei o que significa serviço público de saúde, e isso provavelmente em qualquer lugar do mundo. O importante, é claro, é que eu fui atendida e descobri que estava tudo bem naquele momento.

Acontece que na terça eu acordo com um puta sangramento e já fui me conformando com a possibilidade de estar tendo um aborto. Aí sim, neste momento eu chorei! Chorei pela possibilidade, chorei porque queria estar no meu pais para entender tudo o que me diriam, chorei porque queria mais família e amigos por perto e chorei porque eu queria um serviço privado (me julguem).

Chegamos no hospital e como eu já tinha passagem foi bem rápido o cadastro e logo estávamos na sala para fazer o exame. Eu entrei na sala e estavam lá apenas 2 pessoas, a moça legal da última vez e uma médica bem nova.

A médica perguntou se eu não falava nada em italiano e eu disse que não (não saia nem o Terra Nostra minha gente), ela então perguntou se eu falava inglês e neste momento eu ouvi uma música linda dentro da minha cabeça. Ahhhhh eu poderia me comunicar e entender exatamente o que estava acontecendo.

Eu já sabia que não teria lugar reservado, não teria lençolzinho então nem me demorei no meu diálogo interno. Mas desta vez tinha um agravante… a janela estava aberta…. A JANELA ESTAVA ABEEEERTA! Ok, não tinha muito o que fazer e talvez alguém mais na Itália assistiu ao exame.

E então estava lá eu deitada usando todo o meu inglês falho e a sala começou a ter um número demasiado grande de pessoas. Eu estava lá, desconfortável e fazendo um exame trasvaginal (se você não sabe o que é da um google amigo) e a porta abria e fechava e mais uma pessoa entrava. Naquele momento eu estava de coração apertado de tanta saudade do Hospital São Luiz rs….

Depois de uma conversação, que parecia não acabar nunca, a médica resolveu falar comigo. Não tinha motivo para o sangramento e estava tudo bem e blá, blá e blá!

Considerações finais: Se você tiver uma emergência será atendido na Itália sim! O que for preciso será feito sim, mas não espere privacidade :)

Ah para quem estiver se perguntando, sim nós tínhamos o seguro saúde mas infelizmente não cobre absolutamente nada de gravidez, mesmo emergência.

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Como você já está sabendo a minha mãe está por aqui e por isso fizemos um roteiro pequeno para ela conhecer os pontos turísticos que ficam próximos a Chandler.

Escolhemos então para o nosso primeiro dia do ano sair bem cedinho, às 4:00 da manhã, e ir para o Grand Canyon. Lembrando que o vídeo vai estar em breve lá no canal no youtube 😀

A minha sogra, muito da animada, ficou a noite toda fazendo esfihas, bolos e quitutes para a gente poder se matar de comer durante todo o caminho hahahaha.

Nós alugamos um carro beeeeeem grande para poder caber todo mundo, pegamos todas as nossas tralhas, entramos no carro e bora para aestrada.

A Valentina entrou no carro, olhou para todo mundo, deu um salve e capotou até a nossa primeira parada que foi em Flagstaff.

Quase chegando em Flagstaff começou a nevar muito, o que para mim foi como se eu fosse paga por Hollywood para estar naquela cena de filme hahahahaha.

Dá um pouco de medo porque você vê que todos os carros estão indo muuuito devagar e como era muito cedo a estrada estava cheia de neve, não tinha dado tempo dos carros que passam limpando fazer o trabalho.

Paramos em um posto para esticar as pernocas e comprar o chocolate quente de todas as viagens e seguimos para o Grand Canyon, mas ainda antes de chegar no destino final não resistimos e paramos em uma lojinha com muitos itens legais feitos por várias tribos indígenas aqui dos Estados Unidos. FAAAANTÁSTICO!!!

Para quem nunca teve a oportunidade de estar no Grand Canyon, ele é como se fosse um parque muito grande… é na verdade uma reserva e para entrar você precisa pagar. Pagamos USD30,00 (por carro) que valia como entrada por 7 dias. No nosso caso seria só uma visita de algumas horas mesmo rs…

Assim que você entra recebe um mapa mostrando a imensidão que é tudo aquilo e assim fica mais fácil escolher para que parte você quer ir.

Como estava nevando muito nós não ficamos muito tempo lá, passamos no Grand Canyon Village que tem uma vista maravilhosa e uma pedra que você pode subir em cima para tirar uma foto sua aparecendo toda aquela maravilha 😀

Passamos também no Desert View que é tipo uma torre que dá para ver parte do Grand Canyon lá de cima. Nesta hora a Tina estava dormindo então eu escolhi ficar no carro com ela porque eu já tinha conhecido lá da outra vez.

É um lugar muito lindo, mas apesar de toda a proteção, tem lá seus riscos então como mãe dá um desespero deixar a Tina livre leve e solta por. Sem pensar nos olhares de desaprovação (cada um cuida da sua vida já dizia a minha avó 😉 ), colocamos a famosa “coleira” rs… Ela entrou na brincadeira e disse que era um cachorrinho kkkkk

Eu nunca tinha visto o Canyon com neve e fiquei impressionada, é muito lindo e eu me senti abençoada por poder estar lá e ver que mesmo em um mundo tão destruído pelo homem Deus nos proporciona coisas lindas da natureza.

O nosso dia acabou em Flagstaff enchendo a barriga de cebola do Outback rs…. que aliás é bem, mas bem igualzinho o que temos no Brasil.

Teve paciência de ler todo este meu relato? Agora aproveito as fotos para ficar mais real aí na sua cabecinha 😀

Um beijo enorme!

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Sessão de fotos na neve

De mãe pra mãeFamília // 28 de dezembro de 2016

Oi minha gente!
Tudo bem????

Quem me acompanha nas redes sociais tá sabendo que fomos visitar a sra. Neve 😀
É difícil pensar em uma coisa que faça meu coração se alegrar mais do que toda a paisagem bem branquinha, coisa mais linda que Deus fez gente… ta loko!

Em um post eu falei sobre o porque de eu achar que Phoenix era um dos lugares mais perfeitos para se morar e hoje vocês vão conseguir ver que eu estava certa 😉

Como vocês sabem, estamos no Arizona, em Phoenix e na segunda resolvemos que seria legal nos dar de presente um passeio hahahaha. Como ver neve estava (e está) totalmente nos nossos planos escolhemos dar uma passada em Payson, que fica a apenas 1:30 daqui.

Payson é uma vila localizada no estado americano do Arizona, no condado de Gila. Confesso… tirei esta informação do querido Wikipédia rs, mas foca na parte boa da história que esta sim eu tenho propriedade para falar sem pesquisa hahahaha.

Saímos de casa as 11:30 e chegando em Payson paramos para comer em uma pizzaria MUUUITO boa, mesmo, chamada Pizza Factory. Tinha cara de familiar e logo percebemos que realmente era um local bem familiar e tradicional ali pelas redondezas. Eles tinham combos bem montadinhos para as famílias e existia uma parte com brinquedos para as crianças (as mães agradecem, obrigada!).

A atendente foi um amor, nos ajudou a fazer o melhor combo para pagarmos mais barato e a comida chegou mais rápido do que em qualquer outra lugar que eu me lembre.

Depois da barriga bem cheia fomos visitar a sra. Neve que certamente estava com muita saudade da minha pessoa assim como eu estava da dela hehehehehe. Paramos em uma espécie de parque com cara de floresta com muita, muita, muita neve (meu ser não estava se aguentando de felicidade).

Demos uma volta rápido de carro e percebemos umas barracas de uns corajosos que acamparam por lá. Escolhemos um lugar para parar o carro e aí meu povo… haja pose para tanta foto hahahah

Durante um tempo da minha vida (antes de ter meu amorzinho) eu pensava que casar com um pastor seria muito legal, mas depois que eu casei com o Welison percebi que casar com um fotografo é sensacional hahahahaha. A gente se acabou, como sempre, de tirar foto e filmar tudo.

A Tina estava tão animada, quiz comer a neve dizendo que era um ice cream, brincou de guerrinha de neve, correu, correu e correu até literalmente não querer mais. Todas as fases como mãe são boas, umas com mais desafios outras com menos, mas eu digo sem medo que agora está sendo encantador como mãe. A Tina curtiu o natal, pediu musica de natal, queria a neve do natal… foi demais!

Quem me acompanha no Insta sabe que minha mamis está por aqui, ela alucinou brincando com a Tina e parecia mais criança que a criança kkkkk

Depois de tudo isso entramos no carro, pegamos a estrada e chegamos em casa as incríveis 18:30!!!!! Dá para acreditar? Sair as 11:30, pegar estrada, comer bem, brincar na neve, pegar a estrada de novo e chegar em casa cedo e ainda perceber que não gastou praticamente nada? Por mais dias assim, meu bolso agradece, obrigada!

Deem uma olhada nas fotos e me digam se vocês já viram neve de perto e onde foi 😉
Se não viram me contem se vocês tem vontade e onde gostariam de ir 😀tamires_heredia_001
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