A MELHOR RESPOSTA QUEM TEM É VOCÊ!!
Oi meninas, tudo bem? Aqui estamos nós de novo, pra conversar um pouquinho mais sobre os dilemas da maternidade. No mês passado contei pra vocês um pouquinho da minha experiência pós parto. De como eu sempre quis ter filhos e como fui surpreendida por não ter tido todos aqueles sentimentos maravilhosos que esperam que todas as mães tenham. E por esse motivo e muitos outros, meu puerpério foi muito difícil, chegando provavelmente a virar uma depressão pós parto. Eu espero, querida mãe que está aqui, que se você passou, ou passa por isso, você tenha se sentido acolhida e abraçada pelas minhas palavras, pela minha história. Posso dizer à vocês que hoje, quando lembro do que passou, ainda me dói um pouco. Dói porque eu não tinha o conhecimento que tenho hoje. Não dói mais por mim, porque graças a Deus tudo passa, mas dói por todas as mulheres que passam por isso. Tudo poderia ser muito diferente se as pessoas falassem mais. Se outras mães conversassem mais sobre as suas dificuldades. Se contassem que amamentar pode doer muito. Ou que a falta de descanso pode transformar o humor de uma mulher rsrs.
E aí entra a internet, pra nos “ajudar” com muitas das nossas dúvidas, ja que existe pouco diálogo honesto de mãe pra mãe. Vivemos em um mundo onde o excesso de informação nos confunde, não sabemos mais o que queremos ou o que precisamos. Muitas vezes esquecemos quem somos!
As redes sociais são ótimas, se bem usadas. Bom local pra buscarmos idéias, dicas disso ou daquilo. Mas acabamos caindo na armadilha da comparação. Acompanhamos a vida de tanta gente através do Instagram e Facebook. Vidas aparentemente “perfeitas”. Ok, perfeição não existe, todas nós sabemos. Mas fica difícil lembrar disso quando nos damos conta do caos que estamos vivendo, da bagunça da casa, dos dentes que não são escovados o dia inteiro e do cabelo que prendemos quando acordamos e assim ele fica até a hora de dormir. Ficamos nos comparando o tempo inteiro. Nos comparando com outras mães, comparando nossos filhos, a nossa famiíia!
Lamentamos por não ter a vida da Fulana, por não saber fazer o que outras mães fazem, por não ter a paciência daquela amiga, a criatividade da outra, e assim vai. Mal sabemos nós que muitas dessas mães que acompanhamos, e que, sem maldade nenhuma, muitas vezes invejamos, vivem a mesma realidade que nós, só que em silêncio. É muito mais fácil tornarmos públicas a calmaria e não a tempestade.
Há alguns dias ouvi uma frase que me marcou: “Somos uma bela geração de fotos sorridentes e travesseiros encharcados”. 
E me dei conta que eu também ja fiz isso. Ja postei foto romântica com o marido em alguma viagem, com uma paisagem maravilhosa, mas tínhamos acabado de ter uma super discussão. Ja postei foto da minha filha, falando o quão sou realizada em ser sua mãe, mas minutos antes tinha perdido a paciência e gritado com ela.

Minha amiga, entenda que não somos perfeitas. Ninguém é. Nossa vida é feita de alegrias e tristezas. De vitorias e derrotas. E na maternidade não é diferente. É uma luta diária. Luta contra birras, luta contra a correria, luta contra o nosso próprio sono, luta contra a impaciência. Por favor não se compare. Não mude de ideia somente porque alguém pensa ou faz diferente. Cada uma de nós tem uma realidade. O que funciona pra mim, não funciona pra você. Não existe certo ou errado. Existe o que da certo pra você, pra sua família. Quando você não tiver a resposta que procura, não esqueça que ninguém é melhor do que você mesma pra encontrar as soluções que precisa, olhe sempre dentro de você, tenho certeza que você conseguirá sempre buscar o melhor caminho e dessa forma, ser a melhor mãe que você poderia ser!

escrito por (1)

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Nem acredito que já se passou um mês desde que escrevi pra vocês.

E é incrível como essa sensação de que o tempo está voando tem invadido todas as áreas da nossa vida, especialmente a maternidade.
Num dia estamos felizes com os primeiros passinhos do bebê e pouco tempo depois estamos vendo eles darem passos para longe de casa, para conquistar os sonhos… e na verdade nem vou me demorar muito nesse assunto pois estou vivendo essa fase exatamente agora enquanto escrevo pra vocês.  O fato é que não temos poder sobre o tempo, mas temos poder sobre como vamos utilizá-lo e mais ainda, temos o poder de criar memórias inesquecíveis e isso pode ser criado mesmo que tenhamos pouco tempo.

E foi na correria de ser a esposa que trabalha em período integral, sem uma secretaria do lar, com um esposo que trabalhava em 2 empregos (toda vez que falo isso lembro da Rochelle do seriado “Todo mundo odeia o Cris”… kkkk) mãe de 2 filhos em idade escolar e sem nenhuma força pra nada, que eu li o livro “A experiência da mesa” e desde então, toda semana, na sexta feira a noite, preparo uma mesa especial para uma refeição com a família. E isso definitivamente, estreitou os nossos laços familiares.

Sendo assim, quero incentivar você a viver experiências marcantes com sua família á mesa, por isso hoje vou dar 5 razões para você começar a preparar uma mesa especial para as refeições em família:

1) Toda vez que você se senta a mesa, Deus está presente.
A primeira vez que a palavra mesa aparece na Bíblia é em Êxodo 25. Nesse capítulo, Deus dá a Moisés instruções bem detalhadas sobre os móveis que deveriam ser colocados no tabernáculo.
E desde essa citação até Apocalipse, a bíblia está recheada de histórias especiais a mesa.
Especialmente no Novo Testamento vemos que Jesus amava sentar a mesa com seus amigos, discípulos e também desconhecidos. E isso era tão evidente que Ele foi acusado de sentar a mesa com publicanos e pecadores (Marcos 2:16 e 17)
“Quando separamos tempo para reunir a família em volta da mesa, a presença de Deus nos encontra ali, e Ele é capaz de operar no coração humano aquilo que não somos capazes.” Devi Titus
Quando li essa frase no livro fiquei extremamente feliz, pois inúmeras vezes tentei, sem sucesso, descobrir o que se passava no coração de cada um da minha família. E agora eu não precisava tentar descobrir, eu só precisava preparar a mesa para que Deus óperas de no coração deles e principalmente no meu.
“Essa presença divina à mesa vai além do que fazemos ou dizemos. Não importa quem somos ou o que fizemos. A Bíblia nos diz que Deus atua pela graça, mediante a fé (Ef 2:8), e sentar se à mesa é um passo de fé, com a confiança de que o Senhor se encontrará conosco lá. Quando fazemos a nossa parte e nós assentamos à mesa, seja com familiares e amigos, seja a sós, Deus se encontra conosco e atua em nosso coração. Nosso coração é formado e moldado com seu amor e sua paz à medida que aceitamos uns aos outros – uma fusão de relacionamentos exala.” Devi Titus

2) Por que à mesa desenvolvemos habilidades e ensinamos valores que serão usados por toda vida.
Saber dividir, saber servir, esperar sua vez para falar… muitas vezes nos deparamos com adultos que tem dificuldades nessas pequenas ações.
Mas toda vez que sentamos à mesa temos a oportunidade de praticar esses pequenos gestos e inculcar essas ações na mente dos nossos filhos.
Pode parecer algo que não faz sentido para você agora, mas pense no seu filho por pelo menos 10 anos, todos os dias sentando à mesa por 3 vezes e tendo que servir o alimento que está longe do irmão, tendo que esperar a vez do papai contar como foi o dia, ou esperar a mamãe dar alguma orientação importante, para depois poder contar todo ansioso o que aprendeu na escola naquele dia, ou ainda, tendo que dividir o alimento, não podendo comer a quantidade que deseja.
Pequenos gestos, feitos repetidas vezes, podem se transformar em bons hábitos levados para a vida profissional, para os relacionamentos.
“A mesa de jantar é o único lugar em que a família se senta a um metro de distância, face a face, e conversa de trinta minutos a uma hora. É o lugar em que a alma é alimentada e o caráter, formado.” Devi Titus.
Não desperdice essa oportunidade de ouro!

3) Por que quando você prepara a mesa de forma especial, a mensagem que você transmite é: você é importante pra mim é eu honro a sua vida.
Quando nos casamos, geralmente a responsabilidade pelo preparo das refeições ou então a compra do alimento, fica por conta de nós mulheres.
E sabemos que não tem como fugir dessa tarefa, pois nos alimentamos e temos que alimentar nossa família todos os dias.
E muitas vezes o cansaço das atividades do dia, fica estampado no nosso rosto ao preparamos as refeições ou ainda fica estampado no sabor da comida…rs
Você pode até não falar nada, mas sua família percebe isso.
E quando mesmo cansada, você prepara a refeição e ainda prepara a mesa de forma especial isso surpreende sua família de forma positiva e mesmo que eles não comentem, a idéia que é passada é de que eles são muito importantes para você.
Que você não se preocupa somente em saciar a fome, mas em demonstrar carinho e amor, para que eles se sintam acolhidos enquanto se alimentam.
“A experiência da mesa não se limita àquilo que comemos, mas também inclui nossa saúde emocional, espiritual e física.” Devi Titus

4) “Outro motivo para fazer as refeições familiares à mesa é que, quando a alimentação consiste numa atividade social que acontece em momentos pré definidos, num ambiente específico, temos a tendência de comer porções apropriadas, reduzindo o risco de distúrbios alimentares e obesidade.
Como Weinstein resalta:
Quando recebemos porção razoável junto com todos da família, aprendemos o que é uma quantidade moderada de comida. Se conversamos enquanto comemos, é menos provável nos alimentarmos rápido demais e em excesso.
Quando os pais são exemplos de hábitos de comer alimentos nutritivos em quantidades adequadas como uma parte normal e feliz da vida cotidiana, os filhos têm menos chance de desenvolver uma relação inapropriada com a comida ou de eliminar grupos alimentares inteiros como forma de controle de peso, o que pode levar a disfunções alimentares. As crianças aprendem com o que fazemos.
Portanto, se planos refeições, estamos sempre de dieta, beliscando em frente a televisão ou passamos fome o dia inteiro para nos entupir de comida a noite, serão esses tipos de hábitos alimentares que nossos filhos tenderão a adotar.” Devi Titus

5) Por que seus filhos vão amar!
Quando comecei a fazer a experiência da mesa, meus filhos tinhas por volta de 10 e 11 anos.
E a cada refeição eles ficavam mais felizes com a maneira que tudo se tornava especial na refeição do por do sol, na sexta a noite.
Até que um dia, quando cheguei em casa do trabalho, a mesa já estava preparada de forma especial, com tudo que tinha direito, de sousplats a taças de cristal. Fiquei tão surpresa e feliz! Eu nunca havia explicado como montar uma mesa, mas meus filhos observavam tudo a cada refeição. E a Juliana montou a primeira mesa parecendo que conhecia muito do assunto, de tão linda que ficou.

E logo depois o Gustavo também começou a preparar a mesa. Deu até briga pra saber quem iria montar…rs… até que chegamos num acordo e começamos um rodízio entre os dois, de forma que eu já não precisava mais me preocupar com essa parte da refeição.
Eles se sentiam tão amados nesses momentos à mesa, que começaram a pedir alguns itens de mesa posta emprestados para preparar a mesa na casa dos amigos, em ocasiões especiais.
E pasmem, o primeiro a fazer isso foi o Gustavo. Um amigo ia fazer aniversário e a mãe convidou os amigos mais próximos para tomar um lanche na casa do aniversariante e lá foi o Gustavo cheio de caixas para montar uma mesa especial e fazer o amigo se sentir amado.

Te convenci depois de tudo isso? Espero que sim…rsrs… mas caso você não veja a experiência da mesa como uma opção pra você por conta da correria que vive ou qualquer outro motivo, te desafio a ter uma conversa com Deus a respeito disso e deixar que Ele te convença e te use para ser uma benção na vida da sua família através da mesa.

 

 

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Olá querida mãe que está passando por aqui! Espero que estejam bem! Meu nome é Fernanda. Eu sou aquela que desde à adolescência, sonhava em ser mãe! Que sempre amou criança, que ajudava na escolinha dos pequenos na igreja. Que quase fez o marido – na época, namorado – sair correndo achando que eu era maluca, quando apareci na casa dele com uma roupinha de bebê em plenos primeiros meses de namoro (juro que a justificativa era boa: roupinha linda e uma super promoção hahaha).

Mas eu também sou aquela que nunca sentiu falta do barrigão de grávida, que não conversou com a barriga durante a gravidez e também aquela que ficou em estado de choque quando a filha nasceu. Sabe aquele amor incondicional e inexplicável que as mães sentem (ou dizem sentir) quando seguram o seu bebê pela primeira vez? Eu não senti! Eu chorava nas madrugadas enquanto amamentava, porque queria dormir. Eu chorava quando ela cochilava 1 hora por dia nos primeiros meses de vida e não horas e horas à fio como me diziam que todo o bebê fazia (isso mesmo, você  não entendeu errado. Ela tinha um mês de vida e entre 5 da manha e 11 da noite, quando dormia uma hora, era muito!!).

E eu tinha vergonha de falar sobre isso, porque as críticas viriam. E os julgamentos também! Foi então que, inconformada com esse sentimento, fui atrás de informações e descobri o tal do Puerpério, e quão duro ele pode ser com algumas mulheres. E sim, ele me pegou de jeito, em cheio, com tudo! Chegou e me arrastou. Me afundou! Acredito que trouxe junto, uma depressão pós parto, mas não procurei ajuda, não queria admitir!

Como uma pessoa como eu, que sempre quis ter filhos, uma pessoa alegre, tão agitada como sempre fui, poderia cair na armadilha dessa tal de depressão? Não, eu não! Acredito que muitas mães sentem isso mas não “podem” falar, afinal, mães foram feitas pra amar, pra viver a maternidade 100% do tempo, pra não sentir falta de nada que não envolva os filhos. E é feio admitir o contrário. Mas enquanto não podemos falar como realmente nos sentimos, a angústia só aumenta! E s solidão também!

Graças à Deus essa fase passa. Mas pra quem está vivendo isso, parece durar uma eternidade. Mas querida amiga, fique tranquila, porque sim, passa mesmo! E você não está sozinha! Quantas mães, como eu, choram sozinhas na escuridão da noite! Mães que algum dia, em algum momento ou alguns segundos que seja, já se sentiram culpadas, arrependidas, tristes, com saudade de quando podiam dormir até a hora que bem quisessem, ou que amavam não ter uma rotina ou obrigações à cumprir no final de semana.

Acho tão injusto mães viverem com essa pressão, com essa cobrança de uma perfeição que não existe e nunca vai existir! E toda essa fusão de sentimentos só contribuem pra nos impedir de sermos o melhor que podemos, de sermos a melhor mãe que poderíamos ser.

É muito importante que vocês saibam que não estão sozinhas, não são as únicas! Que tudo isso acontece com muitas mães. E sabe qual é a boa notícia? É que sim, existe esperança de sobreviver à esse turbilhão de sentimentos! Existem meios de passar por esse momento da vida de uma forma mais leve, sem culpa, sabendo que você tem potencial pra buscar o melhor de si pra lidar com as dificuldades diárias da maternidade.

Desejo que vocês possam encontrar no seu interior, a força que precisam pra enfrentar essa caminhada surpreendente que é a maternidade! Bora fazer essa viagem juntas? Te espero no próximo mês, pra fazermos nossa primeira parada rumo à maternidade perfeitamente imperfeita!

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Passamos o dia sobrecarregadas com tarefas, em um ciclo que muitas vezes parece não ter fim e eu, particularmente, chamo de cachorro correndo atrás do próprio rabo. Não importa se você trabalha fora, meio período ou escolheu trabalhar em casa se dedicando exclusivamente aos filhos. O sentimento de frustração no fim do dia é certo e parece vir já embutido no pacote materno, sem ao menos nos dar a chance de dizer: ” -Obrigada! Este brinde eu passo!”.

Com grande intensidade ou pouca, a maioria de nós chega ao final do dia fazendo aquele balanço mental nada agradável! Será que eu realmente dei o meu melhor? Eu não devia ter dado aquela comida! Eu poderia ter tido mais paciência! Ele fica tantas horas sem mim. E deveria trabalhar menos! Eu devia ter feito mais atividade com ele! Eu podia não ter gritado! E por aí vai uma infinidade de culpa e frustração.

Uma pesquisa realizada pela agência de notícias Reuters, do Reino Unido, a respeito da sobrecarga de informações no mundo (Dying for information) revela, entre tantos outros dados relevantes, que:

– 43% dos entrevistados sentem que suas decisões, em muitos momentos, são atrasadas e afetadas negativamente pela sobrecarga de informação.
– 42% fazem uma ligação direta  entre os problemas de saúde e o estresse causado pelo excesso de informação.

Esta pesquisa foi realidade com gerentes em diversos países, mas eu, como uma pessoa que já viveu muito tempo dentro de uma multinacional, posso te garantir que e pesquisa em questão se aplica diretamente a vida materna! Existem pesquisas hoje que já nos dizem que apenas cerca de 5% da nossa população de fato pensa por conta própria.

Se as informações acima não foram capazes de te dar um chacoalhão, eu vou ir bem direto ao ponto: o excesso de informação que você consome todos os dias está, não só te paralisando, como também está fazendo você se culpar e se sentir cada vez mais frustrada como mãe. E não é difícil de entender! A tecnologia e a internet veio para nos beneficiar em muitos aspectos, mas também está nos trazendo grandes danos e precisamos parar agora mesmo e olhar com muito amor para esta área da nossa vida.

Todos os dias vemos em nosso feed do Instagram uma enxurrada de IGs maternos te dizendo o que você deve ou não fazer, o que pode ou não comer, como pode ou não falar etc. Você precisa ter um quarto Montessoriano, ser bem informada sobre a disciplina positiva e fazer com que seus filhos bebam suco verde e comam muito bem.

Veja bem, eu não estou aqui dizendo que estas informações não são boas ou que não mereçam a nossa atenção. Muito pelo contrário! Como vocês bem sabem, eu acredito que mãe não nasce sabendo e precisa sim estudar para passar por esta jornada. A prova disso é que me tornei Coach Parental e me esforço ao máximo para trazer aqui informações relevantes e que tenham conteúdos que de fato agreguem. O ponto principal está na falta de filtro que temos e o excesso de informação que  diariamente colocamos para dentro de nossa mente. Não só estamos sendo incapazes de filtrar aquilo que realmente funciona para nossa família, como estamos também, em muitos casos, deixando que outros pensem por nós e nos digam o que fazer. Aí está a maior parte do motivo por chegarmos ao fim do dia tão frustradas como mães!

Você pode estar pensando que: Não! A razão da minha frustração é não ter tempo para mim! É não conseguir me controlar com meus filhos! É não ter tempo para organizar a casa! E por aí vai… Mas como você espera conseguir fazer tudo isso acontecer se mal estamos conseguindo filtrar o que realmente gostamos de fazer no tempo que seria nosso? Que metodologia usar para educar nossos filhos? Qual dessas 30 técnicas de organização vamos usar em nossa casa? Entende? Estamos acreditando que precisamos de tudo o que temos colocado para dentro de nosso mente para fazer as coisas acontecerem.

Uma vez que não somos capazes de refletir o que cabe ou não dentro da nossa realidade como mães e de nossas famílias e aceitamos a verdade de outros, sem ao menos considerar os valores da nossa família, estamos, ainda que inconscientemente, nos frustrando sem motivo! Não pense que com isso eu quero dizer que estaremos livres das frustrações. Não mesmo! Errar faz parte e muitas vezes teremos duvidas se estamos no caminho certo. Mas uma coisa eu posso te garantir, diminua a quantidade de informação que você tem colocado para dentro, diminua as horas no Facebook, Instagram, Whatsapp e outros, comece a avaliar se a informação faz sentido para você e para a realidade de sua família e o peso da frustração vai diminuir consideravelmente e você vai conseguir respirar mais aliviada!

Se tudo isso de uma vez for muito, comece aos poucos. Um passo é melhor que nenhum! Veja abaixo por onde você pode começar:

1. Estipule horários para você olhar o seu Whatsapp. Temos o costume de nos perder facilmente cada vez que ele avisa que uma nova mensagem chegou.
2. Escolha perfis maternos que você realmente se conecte e deixe de seguir outros. Muitas pessoas falando na sua cabeça pode causar o efeito inverso!
3. Saia de grupos de Facebook ou Whatsapp que você não vê razão nenhuma em estar presente.
4.Crie  habito de fazer perguntas para você mesma. É importante para mim? Cabe na realidade da minha família? Vai agregar valor? Responda com sinceridade, diga não ao que não for trazer um benefício real e siga em frente.
5. Se dê crédito! A maioria das soluções já está dentro de você mesma!

Esta também é a minha luta diária, mas é possível!

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Oi! A ideia do quadro Expatriada e Mãe, é para que outras mães que querem também entrar nesta jornada possam se sentir acolhidas, ter informações e tirar dúvidas. Mas é também para aquelas mães que tem curiosidade em como é ser mãe estando em outro país. Por isso, para começar, hoje teremos a Ana, uma amiga que a internet meu deu e eu sou muito grata a Deus por isso. Pega a pipoca e senta para ler como é ser uma mãe na França 😉

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Meu nome é Ana Bourderionnet , sou casada há 8 anos com um francês e mãe de um rapaz de 18 anos (do meu primeiro casamento) e de uma menina de 7 anos, filha desse segundo casamento.

Nunca pensei em me relacionar com estrangeiro, na verdade, quando mais nova, eu tinha era medo. Mas enfim, por um acaso do destino isso aconteceu no final de 2009. Começamos com uma rápida amizade pela Internet, que eu só aceitei manter, porque tínhamos amigos em comum, pessoas que me davam boas referências dele. Em janeiro de 2010, ele decidiu ir morar no Brasil e aí sim virou namoro de fato. Em abril de 2011 casamos no civil e em janeiro de 2012 nasceu nossa menina.

Foi a partir daí que comecei a pensar em uma vida no exterior. Sempre quis conhecer outro país, viajar, mas foi só a partir desse momento que realmente acordei pra essa possibilidade.

Em 2016, após 5 anos de casada, decidimos que seria a hora do meu marido voltar ao seu país. A vida financeira no Brasil estava bem apertada, tínhamos dificuldades em pagar as contas no final do mês, não tínhamos muito lazer e olha que nós dois trabalhávamos. Ou seja, as despesas eram sempre maiores do que aquilo que recebíamos.

Meu marido veio pra França em junho de 2016; eu vim com as crianças (na época 16 e 5 anos) e duas cachorras em março de 2017. Mas antes de vir comecei a pesquisar sobre brasileiros que já moravam no exterior e a acompanhar suas rotinas, dificuldades, medos e alegrias. Ou seja, eu já sabia que não seria fácil.

Dia 07 de março de 2017, fui pro aeroporto de Belém do Pará com 10 malas, 2 crianças, 2 cachorras, cheia de sonhos de uma vida melhor mas com um aperto tão grande no coração pelo que eu estava deixando pra trás: uma família imensa e muito presente na minha vida.  No dia 08 de março de 2017, aos 39 anos pisei no exterior pela primeira vez. Começava ali um novo ciclo que também decidi contar nas redes sociais pra ajudar outras pessoas e deixar registrado nossa experiência.

O primeiro impacto foi o clima, porque quando chegamos fazia 13 graus e isso pra uma família do Norte do Brasil, já é frio. O frio é doloroso se você não tem roupas adequadas e um bom aquecimento em casa. Graças a Deus eu tive! O segundo foi o idioma! No Brasil estudei inglês por 10 anos, só que a França não é um dos países que aceita inglês como segunda língua. Aqui, ou você fala francês ; ou você fala francês. Eu já tinha algum conhecimento básico da língua francesa mas meus filhos não. Chegaram zerados.

Aqui na França, moramos em uma cidade de campo. Minha filha foi na escola uma semana depois de chegar do Brasil e meu filho 3 semanas depois. Pra ela foi muito tranquilo, em 3 meses, ela já conversava em francês e sem nenhum sotaque. O menino com 16 anos, já teve mais dificuldades mas mesmo assim, como passam o dia todo na escola absorvem melhor e mais rápido. Agora eu? Bem, eu ficava o dia todo em casa, com meus pensamentos em português, meu celular em português, minhas idéias em português e quando os filhos e marido chegavam, todos falavam (e ainda falam) em português. É! Pra mim foi bem mais difícil. Apesar que dizem que já falo bem, eu ainda não estou satisfeita, tô sempre buscando melhorar.

O que de fato nos motivou a mudar de país, foi buscar uma qualidade de vida melhor e isso nós temos agora. Depois de 1 ano e 7 meses conseguimos financiar nossa casa própria, temos 2 carros e eu nem faço idéia de como conseguiria isso no Brasil. Aqui temos a impressão que nosso dinheiro tem mais valor porque conseguimos comprar mais coisas sem que ele acabe. No Brasil, com o salário mínimo você tem muita dificuldade de comprar as coisas à vista porque as coisas custam mais que o valor do salário mínimo. Uma geladeira nova, uma TV por exemplo, custam mais de 1200 reais e o salário mínimo é menor que mil reais.

Aqui, nós compramos uma geladeira, um freezer, um micro-ondas e uma máquina de lavar roupa (num único mês) que custou um total de 700 euros e o salário mínimo aqui é 1200 euros aproximadamente. Ou seja, mesmo que você ganhe o mínimo, ainda sobraria dinheiro. E nessa época eu não contribuía financeiramente em casa.

As roupas, acessórios e calçados são baratos aqui, mesmo algumas marcas. Vejo que no Brasil, pra você ter um tênis de marca você precisa parcelar de 10x e algumas marcas só ricos podem ter. Aqui o preço da Nike, Adidas são acessíveis à todos e você pode comprar à vista. Não precisa escolher entre comprar um tênis e fazer o supermercado da semana. Ahhh e no supermercado você pode encher um carrinho sem ter que hipotecar a casa. Rs.

As vantagens de morar aqui são muitas: financeiramente é melhor, andar nas ruas sem estar em alerta total é muito bom. No trânsito, em geral, são mais calmos e educados; na maioria das vezes não precisam de sinais de trânsito e placas te obrigando a parar pro pedestre ou ciclista, eles param simplesmente. Os ciclistas aqui (fiquei boba) tem prioridade sempre; alguns andam literalmente no meio da rua e os carros atrás simplesmente aceitam, respeitam, não buzinam e esperam o melhor momento de ultrapassar com segurança para ambos. Isso é normal pra eles. Claro que em cidades grandes, o trânsito é mais conturbado, mas ainda assim, é melhor que nosso trânsito brasileiro.

Mas calma! Nem tudo são flores! Eu quando vim pra cá sabia que teria dificuldades também. A França é um país muito burocrático, você precisa acumular muitos papéis e ter muita paciência pra ver suas questões demorarem às vezes 1 ano ou mais pra serem tratadas. Alguns procedimentos são ultrapassados (na visão de um brasileiro) , por exemplo já estamos na era dos e-mails mas eles preferem mandar tudo pelo correio, já estamos na era do cartão de débito e eles amam e utilizam muito o cheque e inclusive mandam os cheques pelo correio. Já aconteceu da gente ter que pagar 5 euros na escola da minha filha, darmos em espécie e o diretor recusar e pedir que fizéssemos um cheque ‍♀️.

Nas cidades pequenas (como a minha) ter carro é obrigatório porque aqui não tem ônibus de linha , não tem meio nenhum de locomoção. Ou você tem carro, ou pede carona ou vai a pé mesmo. O único ônibus que vem aqui é o escolar.
No Brasil, resolvemos tudo na nossa própria cidade. Aqui é comum você ter que ir a outra cidade pra resolver diferentes questões, por exemplo, eu faço 1 hora de estrada pra fazer minhas documentações e tem gente que faz até 4 horas. Se eu quero ir na farmácia ou correio, tenho que ir a outra cidade. Isso eu detesto! No Brasil eu ia na farmácia a pé e aqui tenho que pegar o carro.

Eles também não são muito festivos, são mais reservados e é difícil você fazer amizades. É comum você trabalhar há anos com uma pessoa e não saber nada da vida dela. E já no Brasil somo muito abertos à novas amizades.

Também tenho muita dificuldade na área profissional. Ainda não consegui me encontrar. Sei o que não quero fazer mas tenho dificuldade em descobrir o que quero como profissão aqui. Em muitos lugares você precisa de formação pra trabalhar e a impressão que tenho é que eles não gostam de perder tempo com treinamentos. Eles te explicam uma ou duas vezes no máximo, se você não entendeu eles já te dispensam. Não vejo também os jovens querendo ir a faculdade. No campo da saúde é bom e não é. É bom porque não precisamos pagar muito; na farmácia quase nunca pagamos pelos medicamentos. E é ruim porque pra ir a um especialista você precisa de um encaminhamento do médico de família; às vezes você precisa procurar muito pra achar um dentista, um fisioterapeuta e nas urgência, é comum você esperar 2 ou 3 horas pra ser atendido. No Brasil, com plano de saúde, nunca esperei tanto nas urgência como espero aqui. Crianças e idosos não passam na frente de ninguém, são atendidos pela vez. Minha filha com o queixo aberto esperou 2 horas e meia pra ser atendida na urgência e fui eu mesma que protegi o corte dela.

Enfim, eu poderia citar muitas outras questões mas aí esse texto não acabaria. Rs.

Morar fora é sempre uma dualidade de sentimentos, principalmente pra quem é mãe. Pagamos um preço por querer dar o melhor aos nossos filhos. Somos julgadas às vezes, porque demos prioridade a uma vida material melhor. Não é fácil, gente! Temos muitos momentos bons mas também choramos, sentimos falta da família, perdemos pessoas que deixamos no Brasil e quando voltarmos não estarão mais lá. É difícil! Precisamos sempre nos sintonizar em boas energias, ter fé, equilibrar as emoções, saber lidar com as angústias e a saudade porque se não, é muito fácil entrar em depressão.

Aqui nós também trabalhamos fora, cuidamos da casa, dos filhos, vivemos melhor financeiramente mas às vezes o emocional é muito abalado. É muito importante que a família de quem partiu ao exterior, não corte os laços, não deixe de procurar, de se importar. Eu sempre estou em contato com a minha e eles também me procuram mas já vi declarações de pessoas que sofrem com o esquecimento dos seus familiares.

Eu costumo dizer que “estou aqui, mas também estou aí” porque de fato meu coração ainda não é francês (talvez um dia, quem sabe). Ainda comparo muito Brasil e França, ainda sinto muita falta da nossa alegria, que é única. E a parte mais difícil é ficar longe da família porque no Brasil vivemos (no geral) muito próximo das nossas famílias. E aqui não se vê muito disso. Não é bem visto depois dos 25 anos você morar com os pais e é super normal os idosos irem pra casas de repouso ao invés de serem cuidados por seus filhos e netos.

Termino dizendo que vale muito a pena você ter a experiência de morar fora do seu país, aprender sobre outras culturas e outros idiomas. Se você pensa em mudar, não tenha medo. Se jogue! Assuma os riscos das suas escolhas e  saiba que não é feio voltar ao seu país caso não dê certo. Mas acho que vale a tentativa e se lembre que o mundo é muito grande pra você ficar sempre no mesmo lugar. Eu estou aqui, mas sempre estarei aí Brasil.

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a experiencia da mesa
Já comecei a escrever esse texto inúmeras vezes e cada vez fica mais difícil começar…rs…
Tenso como temos medo do novo, mesmo quando lá no fundo sabemos que temos habilidades para executar esse novo.
Amo escrever! Já pensei em ter um blog, mas sempre achei que não teria disciplina suficiente para alimentar a página, aí meu cérebro, mandava a mensagem de que então não valia o esforço, “vamos economizar energia”… e eu aceitava, acreditava, e dava muitas desculpas para nem começar.Mas nos últimos anos tenho vivido muitas situações novas que eu nunca imaginei viver: situações novas boas e situações novas tensas, carregadas de dor. E como tudo nessa vida é aprendizado ou como diria meu esposo: “nada nessa vida se perde, ou você ganha ou você aprende”, fui aprendendo com cada situação.
Nas situações leves, boas eu aproveitava pra me conhecer e nas tensas, carregadas de dor, aproveitava pra me agarrar em Deus.
Pausa… introdução concluída com sucesso!
Agora você explica quem você é, o que está fazendo aqui e está ótimo!Paaaaauuuussaaaaaa… vou ter mesmo que explicar quem eu sou?Gente! Que coisa difícil! Quem eu sou?
Me faltam palavras pra explicar quem eu sou. Estou tão acostumada a falar o que eu faço que parece que eu sou isso…

Respiro fundo, bebo água e estou pronta pra voltar.

Eu sou a Patricia, que ama reunir a família em volta da mesa, que ama promover uma reunião entre amigos, aquela que vive olhando as datas especiais ou as noticias nas redes sociais, para promover um encontro diferente e especial.
Essa sou eu, desde sempre! E com o passar dos anos, esse amor por reunir quem se ama, foi ficando tão forte, que foi indicando meu caminho.

A alguns anos atrás fiz um teste de dons (um teste para saber quais são suas habilidades natas, aquelas que Deus deu pra você e vai te ajudar a ajudar outras pessoas) e descobri que meu dom era “serviço”.
Não… espera um pouco… isso deve estar errado! Nem sabia que isso era um dom. O que eu faço com isso?
Resumidamente, quem tem esse dom, é aquele que ajuda, socorre, auxilia, estende a mão, se oferece é útil e presta serviço.
E com o passar dos anos, Deus foi juntando o meu amor por reunir a família e os amigos com o meu dom.
Ele também foi me dando oportunidade de estender a mão, de ajudar, de prestar serviço, ao receber aqueles que eu amo para uma refeição especial, com uma mesa posta de forma também especial, onde eu podia demonstrar que, aqueles que se sentavam à mesa comigo eram amados e eu estava disposta a ser útil sempre que eles precisassem.

Ah! Como eu amo esse Deus! Tão especial a maneira como Ele vem me moldando no decorrer dos anos… mas não se iluda, pois essa maneira especial de me moldar, envolve dor, questionamentos, solidão, luto, a sensação de que não valia a pena o esforço, depressão… na maneira especial de Deus, nem tudo são flores, há muita dor também, afinal de contas, vivemos num mundo de pecado, mas hoje consigo ver beleza em tudo que me prepara e me habilita para crescer.

Enfim, hoje sou Table Décor (profissional que decora mesas para refeições especiais) e tenho um ministério chamado “A experiência da mesa” baseado num livro com o mesmo nome, da escritora americana Devi Titus.
E uma vez por mês vou estar aqui para contar para vocês como algo simples, como sentar a mesa, pode estreitar os laços com nossa família e nos aproximar de Deus.

Vou dar dicas de como montar mesas especiais e com isso deixar um recadinho de amor para sua família e amigos.
E pra não perder a oportunidade, vou contar também como Deus tem conduzido minha família e me moldado através da experiência da mesa.

E se isso aconteceu comigo, pode acontecer com você também.

Nossa! Nem foi tão difícil assim… e no fim das contas acabei ficando com a sensação de que falei demais…rs

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Que ser mãe é um trabalho cansativo e muito gratificante, a gente já sabe! Mas é preciso saber que existe uma linha MUITO tênue entre o ser cansativo e gratificante e o ser cansativo, estressante, desgastante e só depois de tudo isso (e muito mais) sentir que é gratificante. Temos uma tendência a, mesmo sem querer, entrarmos neste ciclo louco e chegarmos ao final do dia completamente esgotadas e muito estressadas.

O excesso de atividades que temos hoje nos deixa sobrecarregadas, frustradas e sentindo que a falta de tempo vai nos engolir. Logo vem a falta de paciência com os filhos, o medo de errar na educação e no final o dia mais pareceu uma luta de MMA que nem mesmo nos nossos melhores dias de Anderson Silva conseguimos levar o trofeu!

Mas eu estou aqui, de mãe para mãe, explodindo por dentro em poder escrever este artigo dizendo que sim, é possível ganhar esse trofeu e ser uma mãe menos estressada com 5 dicas simples e que você pode e deve colocar em prática hoje mesmo.

1 – Escute o seu filho
Pode parecer lógico, mas não é! Quantas vezes no dia você está chamando a atenção do seu filho e quando chega a hora dele falar, você já está usando este momento para formular a sua próxima resposta? Muitas brigas, momento de falta de obediência e irritação materna daquelas que vem do nosso âmago, poderiam ser evitadas pelo simples fato de silenciar a nossa mente e focar no que o nossos filhos realmente estão nos dizendo. Você vai perceber que muitas coisas serão explicadas e relevadas se você começar a fazer este exercício hoje mesmo!
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2 – Organize o seu dia
Já consigo te escutar dizendo: “Eu já tentei, mas não sou organizada! Não consigo fazer isso!”
Então eu peço licença para te fazer repensar algumas coisas neste momento. Muito mais do que a técnica que você vai usar para se organizar, aqui o importante é você saber com detalhes tudo o que acontece no seu dia. Pare hoje mesmo e coloque no papel todas, eu disse TODAS, as suas atividades diárias, por horário para você enxergar como está a sua rotina. Depois disso escolha a melhor ferramenta para o seu estilo pessoal (caderno, planner, agenda eletrônica etc.) para planejar os seus próximos dias de acordo com o que você já descobriu. De modo simples, o que acontece é que você entende qual a sua próxima atividade, qual atividade pode ficar para amanhã e o que pode ser delegado a outros membros da família, fazendo com que você fique menos sobrecarregada. Não deixe de colocar esta dica em prática, serão 5 minutos que podem te fazer ganhar vários minutos lá na frente.
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3 – Identifique situações de perigo
Agora que você já sabe como o seu dia funciona, vai ficar fácil perceber quais são os momentos que te geram mais estresse e irritabilidade, assim como nos seus filhos também. Se você identificar que a hora de tomar banho, por exemplo, é um caos e sempre te deixa desgastada, se antecipe a isso e crie soluções para mudar este momento. Entenda o que causa este descontrole geral da galera (rs) e recalcule a rota. Aqui por exemplo, a hora de se trocar para ir à escola era um caos e o meu fim do dia já era ás 8 da manhã hahaha. Entendi que se eu colocasse uma música, dançasse enquanto trocava a Valentina, tudo fluía melhor.
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4 – Separe um tempinho para estudar
Imagine que você está no avião, sentada confortavelmente em sua poltrona e uma aeromoça chega muito agitada e te diz: “Eu preciso que você venha a cabine do piloto.” Chegando lá, você descobre que o piloto passou mal e que está em suas mãos pilotar aquele avião e fazer com que todos os passageiros cheguem bem ao destino final. Você seria capaz? A não ser que você tenha estudado para isso, provavelmente não! Com a maternidade acontece o mesmo porque, apesar de ser um caminho natural da vida, não nascemos sabendo e cada pouco que nos dedicamos a saber, ler, ouvir e assistir sobre a arte de maternar, pode nos tirar do ombro o peso de situações diárias que são completamente contornáveis, mas não sabemos como pode ser simples até nos colocarmos em direção ao conhecimento. Hoje está a nossa disposição conteúdos como por exemplo os da Escola de Pais Mundo em Cores, livros sobre disciplina positiva, canais no Youtube como o da Isa Minatel, Elisama Santos e muitos outros. Não perca tempo! Está lavando louça? Ouça alguma coisa! Está a caminho do trabalho? Leia alguma coisa!
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5 – Faça alguma coisa por você
Eu tenho constantemente batido nesta tecla lá no meu Instagram. Quando estamos vazias de nós mesmas, é humanamente impossível dar uma gota se quer para os nossos amados. Muitas vezes a falta de paciência, o cansaço, o estresse e a confusão mental que nos acomete, pode ser diminuída com uma simples atitude: olhar primeiro para nós! Descubra o que você gosta de fazer que tenha a ver com você, você e mais ninguém. O que te dava prazer antes mesmo de ser esposa e mãe? Se você, neste momento, não pode fazer grandes coisas, não tem problema! Comece aos poucos, tome um banho demorado e peça para que o seu marido te ajude com as crianças. Vá assistir um filme, andar no shopping, conversar com uma amiga, escrever uma carta… eu não sei! O que sei de fato é que você precisa olhar para você para conseguir entregar todo o amor que quer para os outros membros da sua família.

Se prepare para fazer estas 5 coisas conscientemente durante esta semana e depois me conte o resultado! Eu garanto que você vai sentir que o fim do dia está mais leve. Nós sempre teremos desafios e momentos difíceis, mas se você pode minimizar isso, porque adiar esta mudança?

Eu sei da força que você tem e da mudança que você é capaz de causar em você e em sua família! Vamos juntas?
Não esqueça que bem perto de você alguma outra mãe também está precisando destas dicas! Compartilha com ela também 😉

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Oi minha gente, como vocês estão?

De um dos meus dias mais intensos e lindos, eu resolvi compartilhar com vocês as fotos que o Welison tirou. Para quem já assistiu o video do parto, teve a oportunidade de ver algumas mas são tantas que vou compartilhar aqui também.

Eu sou tão agradecida por poder ter as fotos deste dia, mais ainda pelo fato de terem sido tiradas pelo Welison, que estava lá como fotógrafo, marido e pai 😀

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O dia está cinza, os passarinhos estão cantando e eu acabei de abrir os meus olhos de uma noite cheia de trocas de posições, já que o quadril do final da gestação está me matando e não me deixa ficar em uma única posição.

O primeiro pensamento foi o mesmo dos últimos dias “eu não acredito que não estou no hospital, que minha bolsa não estourou no meio da noite…”. Este tem sido os pensamentos das últimas manhãs, mas este veio com um sentimento imenso de levantar, trocar de roupa e sair andando pelas ruas para sentir um pouco o vento, ouvir os passarinhos mais de perto e sair do sufoco que minha cama parecia estar me causando.

Não fui, não fiz nada disso! Levantei e conscientemente me dei o direito de terminar meu pacote de bolacha Passatempo, mesmo sabendo que o açúcar me faz mal. Sentei no sofá, tentando fazer o menor barulho possível para que a Valentina não ativasse seu sinal “mamãe acordou”e eu conseguisse pelo menos tentar ajustar meus pensamentos. Foi em vão! Em poucos minutos a porta da sala se abriu e aquele serzinho todo descabelado já estava ao meu lado pronunciando sua frase preferida “Mamãe, estou com fome”.

Levantei, fiz o café da manhã dela e comecei a pensar o que eu poderia fazer para não deixar meus pensamentos irem mito distante. Lavei a louça, pensando que a possibilidade de ela não chegar até a minha mãe embarcar para o Brasil estava crescendo. Varri o chão da cozinha, pensando que a sensação agora era de que eu tinha mais uns 5 meses de gestação pela frente, já que um nascimento prematuro tinha sido considerado e agora com quase 40 semanas, ela não vinha. Arrumei as camas, assisti um relato de parto que não me agradou, organizei a sala e continuava pensando e pensando.

Olhei para o computador e senti a necessidade de entrar aqui, depois de um ano e escrever. A ideia não era essa! A ideia era recomeçar o blog com um lindo post sobre o nascimento de dona Isabella, mas quem se importa em esperar se a necessidade de se expressar vem agora?

Os dias que antecedem a chegada de uma vida pode de fato ser emocionalmente desgastante. Neste meu momento eu me divido em muitos pensamentos! Eu me divido em querer que ela venha logo e em querer que ela chegue apenas quando for o tempo dela. Mas e se o tempo dela não estiver de acordo com o voo já comprado de volta para o Brasil da minha mãe? Ah neste caso eu agradeço muito porque a minha mãe nem viria nos visitar nesta época e chegou nas semanas certinhas de férias da Tina. Eu agradeço porque ela está me ajudando com a casa, com a Tina, com a comida, com a roupa e com o emocional de ter a mãe por perto.

Mas eu queria tanto que ela estivesse aqui pelo menos nas duas primeiras semanas da Isabella. Ah é verdade, eu logo lembro, não tem mais duas semanas! Temos apenas uma, para ela ao menos conseguir conhecer a Isabella. Mas tudo bem, minha racionalidade me lembra, ao menos ela está aqui e vai conseguir ver ela nascer. Mas e se não der tempo? Tudo bem porque o que importa é que ela está aqui agora…

E assim eu sigo em um looping de pensamentos malucos de agradecimentos, choros, vontade de coisas que não estão no meu controle e por aí vai!

A conclusão final, que na verdade nem é final já que o até o final do dia minha cabeça vai passar por muitas outras conclusões, é que eu confio “no Senhor e o mais Ele fará” mas que meu lado humano precisa passar e sentir por tudo isso, mesmo confiando em Deus.

A ideia de que quem confia em Deus não sofre, não me agrada e é enganosa! Você confia, chora e se sente abraçada. E isto só prova que somos humanos!

Assim eu termino meu primeiro post depois de um ano sem escrever por aqui, sem fim, sem conclusão e ainda com as ideias bem misturadas aqui na cabeça! 😀

Um beijo

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Realizando um sonho

Família // 29 de março de 2017

Oi minha gente!!!!

Dividindo com vocês um dia maravilhoso, uma realização de sonho, acordar e ver tudo branquinho cheio de neve!!! Eu nem consigo dizer o quanto sou grata a Deus por me dar a oportunidade de conhecer esta cabana, que fica em Heber no Arizona, com cara de casa saída diretamente de uma revista rs….

A gente se divertiu muito na neve, aproveitei para fazer umas fotos e deixar tudo isso muito registrado em nossa memória fotográfica 😉

Eu tenho certeza que você vai se sentir com a gente neste jornada, vem assistir!